quinta-feira, 30 de junho de 2011

Pérolas do Google Street View #02

- Segura a criança que os corintianos tão vindo!

Safada. O Google esta te vendo.

O homem topeira.

Um pé para o inferno

iH FUDEU!

Borracharia Porno. XX

Scooby Doo…onde esta voc…ahh ta aqui.

Ola, Como vai você?

Ele vai voltar…fica assim não…

Siameses.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Relatos Paranormais - A Mão de Quem?

Essa história é de uma garota com quem eu trabalho. Não faz muito tempo que eu trabalho aqui, então eu não posso dizer que ela seja uma amiga, está mais para companheira de trabalho, mas ela é uma pessoa séria e realista. Não acho que ela seja o tipo de pessoa que fica inventado histórias. Então eu acredito que essa história seja real.

A família dela tem uma casa na praia que eles sempre vão no verão. Eu não cheguei a ver a casa, mas pelo que ela fala parece ser uma casa antiga e em um lugar isolado, mas bem arrumadinha e bonita com apenas o necessário, mas perfeitamente utilizável, se você não se importa em passar um tempo sem alguns confortos do mundo moderno.

Ela e os pais dela tinham ido fechar a casa para o inverno, já que ninguém usa a casa nesse período do ano. Eles foram dar uma aparada no jardim para a casa não parecer abandonada, trancar as portas e janelas direito para deixar tudo bem seguro e guardar as coisas lá dentro. Apenas os três estavam lá.

Já era noite e enquanto o pai dela estava sentado lendo na mesa da cozinha, ela e a mãe dela estavam na garagem que serve de depósito no inverno. A garagem tinha uma porta que dava para a cozinha e ficava em um nível mais abaixo, então tinha uma escada para subir até a cozinha. A garagem tem uma lâmpada que fica no meio dela e o interruptor fica do lado da porta da cozinha. A minha colega estava na garagem empacotando algumas coisas, ela estava na parte perto da escada, enquanto a mãe dela estava quase do outro lado da garagem montando algumas caixas.

A luz da garagem já tinha algum tempo que estava meio ruim. As vezes ela apagava sozinha. Nenhuma das duas estranhou quando de repente a luza apagou. A primeira reação dela foi de incômodo e sentindo a mãe dela se aproximando dela, ela esticou o braço e segurou a mão da mãe e soltou uma risadinha nervosa enquanto falava "graças a Deus que vocês está aqui! Eu odeio ficar no escuro.." Então a mãe dela falou "Você está mais perto da porta, peça para o seu pai abrir a porta da cozinha para entrar luz aqui dentro."

Então ela notou que a voz ainda estava vindo do outro lado da garagem, onde a mãe dela estava antes da luz apagar. Se a mãe dela estava a uns 6 metros de distância, quem estava segurando a mão dela?!

Ela largou a mão e gritou tão alto que o pai dela foi correndo ver o que tinha acontecido. Quando ele abriu a porta e a luz da cozinha iluminou a garagem, não tinha nada fora do normal, o que, na minha opinião, foi um alívio para ela, e a mãe dela ainda estava do outro lado da garagem.

Ela me falou que não encontrou uma explicação para o que aconteceu, nada de paranormal nunca aconteceu naquela casa, a mão não estava fria, estava quente como a mão de qualquer pessoa, e ela não sabia dizer se era só uma mão ou uma pessoa inteira que estava ali do lado dela no escuro. A única coisa que ela sabe é que naquele dia na garagem, tinha "alguma coisa" junto com ela e a mãe dela.

Desde então ela já esteve na casa várias vezes, inclusive sozinha (muito corajoso da parte dela na minha opinião), e não presenciou nada perturbador.



Isabel - São Paulo - S.P.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Frases de Auto-Ajuda #12

A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível.

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Preciso encontra meu pro eu pra encontra a minha verdadeira felicidade. - Mayara Costa Nascimento

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As pessoas precisam parar de correr atrás de Ter e começar a correr atrás do Ser. Ser amigo, ser amado, ser gente, ser grato...

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Hoje aprendi que todo dia, aprendo algo. - Kaio Giovanni Afonso Tavares

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O amor pode ser cego, mas não precisa ser burro. Ame quem te valoriza e dê seu amor a quem te ama de verdade e não quem quer te usar. - Suede Santos

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Fantástica é uma vitória imprevista, quando só esperávamos derrota! - Bruno Calil

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Cansado de cometer sempre os mesmos erros? Mude. Você é capaz de errar fazendo coisas diferentes. - Augusto Branco

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Não seja pessimista a sempre uma luz no fim do túnel.

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Se você acha que não tem papel no mundo lembre-se de que ainda esta vivo! - Joao Marcos Costa De Siqueira

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Ame a si mesmo, e faça das criticas construtivas um degrau a mais na escada do seu sucesso. - Larissa Moreira

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Homem busca votos no Facebook para dar o nome de Jaspion ao filho

  
Se a página criada na rede social alcançar 1 milhão de fãs, a esposa aceitará a sugestão do pai.




A escolha do nome de um filho é sempre motivo de muita reflexão e, às vezes, de disputas entre os pais. Um homem criou uma página no Facebook com uma campanha para que seu descendente se chame Jaspion, personagem de uma série de televisão japonesa exibida no Brasil entre as décadas de 80 e 90.

Na página da rede social, o futuro pai explica que a esposa concordou em aceitar a sugestão dada por ele caso 1 milhão de pessoas clicassem na opção “Curtir” da campanha. “Pra falar a verdade NÃO é uma piada! Eu realmente quero que o nome do meu filho seja JASPION. Minha esposa é que não gostou muito do nome”, descreveu o internauta que deve se tornar pai em aproximadamente cinco meses.

A campanha já atingiu mais de 130 mil curtições e ganha novos fãs a cada segundo. Clique aqui para acessar a página.

Twitter


Twitter é uma rede social e servidor para microblogging, que permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), por meio do website do serviço, por SMS e por softwares específicos de gerenciamento.

As atualizações são exibidas no perfil de um usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários seguidores que tenham assinado para recebê-las. As atualizações de um perfil ocorrem por meio do site do Twitter, por RSS, por SMS ou programa especializado para gerenciamento. O serviço é gratuito pela internet, entretanto, usando o recurso de SMS pode ocorrer a cobrança pela operadora telefônica.
Desde sua criação em 2006 por Jack Dorsey, o Twitter ganhou extensa notabilidade e popularidade por todo mundo. Algumas vezes é descrito como o "SMS da Internet".


FERRAMENTAS

Retweet

O retweet é uma função do Twitter que consiste em replicar uma determinada mensagem de um usuário para a lista de seguidores, dando crédito a seu autor original. Na página de início do site existe um botão chamado retwittear, que faz o envio automático da mensagem para todos seguidores da pessoa. Antigamente, os usuários realizavam isto de forma manual, acrescentando um RT ao lado da @alcunha de quem escreveu. Quando um texto é "retweetado", o termo "RT" aparece em negrito no início da mensagem.

Twitter List

Twitter List é um recurso disponível no Twitter que permite ao usuário criar listas compartilháveis de usuários. O que dinamiza a leitura dos tweets já que se torna possível ler o conteúdo postado por grupos de seguidores.

Trending Topics

Os Trending Topics ou TTs são uma lista em tempo real dos nomes mais postados no Twitter pelo mundo todo. Valem para essa lista as hashtags (#) e nomes próprios.
O recurso de Trending Topics usa por padrão a abrangência total (worldwide), mas também é possível filtrar por países como Argentina, Australia, Brasil, Canada, Estados Unidos, Italia, Alemanha, Espanha, Reino Unido e outros, ou cidades como Boston, Londres, Los Angeles, Miami, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo e outras.

API

Várias empresas têm voltado suas atividades para o desenvolvimento de aplicações para o Twitter, proporcionando aos usuários maneiras e interfaces alternativas para a utilização do micro blog. Sorteios, promoções, e até mesmo uma análise mais aprofundada da opinião dos usuários a respeito da sua marca ou serviço já pode ser feita através de APIs desenvolvidas. Um fator que influência na alta taxa de empresas com seu desenvolvimento voltado ao Twitter é a documentação que é fornecida pela equipe de desenvolvedores do serviço.


ESTIMATIVAS DE USUÁRIOS

A estimativa do número de usuários é baseada em pesquisas independentes já que a empresa não informa oficialmente número de contas ativas. Em novembro de 2008, Jeremiah Owyang estimou que o Twitter possuia entre 4 a 5 milhões de usuários. Já em maio de 2009, outro estudo analisou mais de 11 milhões e meio de contas de usuários. Um estudo da Universidade de Harvard concluiu que apenas 10% dos usuários produzem 90% do conteúdo.

Em Fevereiro de 2009 o blog "Compete.com" elegeu o Twitter em terceiro lugar como rede social mais usada (Facebook em primeiro lugar, seguido do MySpace).

Posteriormente, em 14 de Setembro de 2010, o Twitter divulgou em seu próprio site o número total de usuários registrados: 175 milhões.


CONECTIVIDADE COM OUTRAS REDES SOCIAIS

O Twitter permite um excelente intercâmbio de informações com diversas redes sociais, entre elas o Facebook, em que é possível com que tudo que o usuário poste no Twitter seja postado em sua conta do Facebook também e vice-versa, o Formspring.me e o Skoob, que permitem que o usuário envie mensagens pré-programadas para o Twitter através deles, e o Tumblr que dá a opção de que o usuário escolha a mensagem que será enviada para o Twitter.

Com a criação do Twitter também surgiram diversas redes sociais dependentes dele que permitiam o envio de fotos e vídeos, como o Twitpic e o Twitvid. Outros, como o TwitDraw, permitiam que o usuário começasse um desenho e seus seguidores o completassem, e o Fun140 e LOLquiz que hospedam testes cujo resultado é enviado diretamente para o Twitter.

Websites como o Yfrog e Flickr também permitem o envio de mensagens para o Twitter.


USOS E MANIFESTAÇÕES SOCIAIS

Em Março de 2009, o Twitter foi uma das principais ferramentas de divulgação do Pillow Fight Day - uma guerra pública de travesseiros acontecida em várias cidades do mundo. Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Santos, Fortaleza, Araraquara, Belém, Belo Horizonte, Bragança Paulista, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Guarulhos, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Salvador, Santa Maria, São João Del Rei, São Luís, Sorocaba, Uberaba, Uberlândia e Vitória foram algumas cidades brasileiras em que houve a manifestação.

Se destacou na mídia o uso do Twitter durante as manifestações políticas ocorridas na Moldávia em reação ao resultado das eleições legislativas no ínicio de 2009. A ferramenta também esteve presente no debate político e na movimentação da oposição durante as eleições presidenciais no Irã em 2009. Durante o Apagão elétrico de 2009, as primeiras informações das regiões atingidas pelo blecaute foi fornecida através dos usuários do Twitter, através de postagens via celular, e lida por emissoras de rádio que faziam plantão naquele momento.

Em janeiro de 2010 foi realizada a primeira conexão e acesso pessoal à Internet de origem espacial, utilizando o Twitter. O astronauta Timothy Creamer, escreveu "Hello Twitterverse" no serviço de microblogging, através do endereço do Twitter http://twitter.com/astro_tj.

Devido ao sucesso do Twitter, um grande número de serviços semelhantes foram lançados. Alguns são disponibilizados em países específicos, outros unem outras funções, como a partilha de arquivos que era oferecido pelo Pownce.

Publicidade

O Twitter também tem sido constantemente utilizado por grandes empresas para a divulgação de suas marcas, através de constantes atualizações, sempre ligando o "consumidor" a uma página onde possa encontrar mais informações sobre o serviço ou produto oferecido. Além disso, o Twitter tem se mostrado um ótimo instrumento para o fortalecimento das marcas no ambiente virtual, pois agrega seguidores que recebem as atualizações enviadas pelas empresas, porém ainda é uma ferramenta que deve ser melhor explorada para esse fim.

No artigo publicado em 14 de abril de 2009, no The New York Times, a jornalista Claire Cain Miller afirmou que a utilidade mais produtiva do Twitter tem sido para aquelas empresas que desejam ouvir os clientes e oferecer reações imediatas às opiniões deles. A Dell, por exemplo, percebeu que os clientes estavam reclamando de que o apóstrofo e as teclas de retorno estavam próximas demais no laptop Dell Mini 9. O problema foi reparado. Na Starbucks, os clientes costumavam reclamar deixando notas em uma caixa de sugestões. Agora, eles podem também enviar a reclamações ou sugestões via Twitter.

No Brasil, o destaque da mídia para ações publicitárias no Twitter tem sido para a venda de um apartamento realizada pela construtora Tecnisa. O perfil da empresa no Twitter foi criado em 20 de Fevereiro de 2008, mas, somente em 13 de Julho de 2008, começou a ser utilizado para uma divulgação. Tratava-se do lançamento do Acquaplay, em Santos.

Em 23 de Fevereiro de 2009, Romeo Bussarello, diretor de marketing da empresa chegou a afirmar: "usamos para comunicar lançamentos e novidades (…) Tenho consciência de que não vou vender um apartamento via Twitter." Porém, cerca de 4 meses depois, a construtora concluiu a primeira venda por meio do Twitter. A promoção realizada na rede social oferecia R$ 2.000,00 em vale-compras, além de armários e cozinhas planejados, somente para as compras geradas por meio desta forma de contacto. A oferta levou o consumidor a efetivar a compra de uma unidade de três suítes no empreendimento Verana, localizado no Alto da Lapa, em São Paulo, ao custo de R$ 500 mil. "Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais. Esta conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação on-line dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com um baixo investimento", afirmou Busarello.

O Google e a Microsoft entraram em um acordo com o Twitter para que os tweets postados diariamente pelos milhões de usuários da rede social, apareçam nos resultados dos buscadores, tanto do Google, quanto da Microsoft, no caso o Bing. O Google está pagando US$ 15 milhões e a Microsoft US$ 10 milhões e serão os primeiros a fazer experiências com os dados coletados. O Yahoo também pode vir a fazer parte desse acordo.


TWITTER NO BRASIL

Segundo o grupo de pesquisa norte-americano Web Ecology, a língua portuguesa é a segunda mais utilizada pelo Twitter. Um estudo da Semiocast, no entanto, mostra que a Língua portuguesa é a terceira mais utilizada, atrás do Inglês e do Japonês.

Em maio de 2011 Rosana Hermann lançou um livro pela editora Panda Books, intitulado Um passarinho me contou – Relatos de uma viciada em twitter. O livro é baseado em histórias vividas por ela desde sua entrada na rede social em Abril de 2007.

Em junho de 2011 o Twitter terminou de ser traduzido para o português do Brasil e os usuários ganharam a opção de usar a rede social neste idioma. A tradução foi feita em conjunto com os usuários, que acessavam um painel onde havia cada uma das frases a serem traduzidas, e outros usuários votavam nas melhores traduções.

Perfil do usuário brasileiro

De acordo com uma pesquisa realizada pela agência Bullet, a maioria (61%) dos usuários do Twitter no Brasil é composta por homens na faixa de 21 a 30 anos, solteiros, localizados nos estados Rio de Janeiro e São Paulo. Na maior parte, são pessoas com ensino superior completo e renda mensal compreendida entre R$ 1.000,00 e R$ 5.000,00.

Ainda segundo a pesquisa, esse público gasta cerca de 50h semanais conectados à Internet. Cerca de 60% dele é considerado formadores de opinião: possuem um blog; conhecem a ferramenta através de amigos ou posts em outros blogs.

Sobre o uso da ferramenta por empresas, a pesquisa informa um cenário muito favorável. A maioria (51%) dos usuários consultados disseram achar interessantes os perfis corporativos, desde que sejam utilizados com relevância. Aproximadamente 50% dos usuários nunca participaram de ações promocionais. Ainda assim, consideram uma experiência interessante. Cerca de 30% já participaram de alguma ação publicitária e 70% seguem ou já seguiram algum perfil corporativo.

Na pesquisa, foram consultados 3268 brasileiros por meio do site da Bullet e o Migre.me, no período de 27 a 29 de abril de 2009.


CONTROVÉRSIAS

Críticas ao Twitter

Algumas empresas mundiais estão proibindo o uso do Twitter, pois a limitação de 140 caracteres é supostamente prejudicial para um jornalismo de qualidade. Alem disso, o escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e vencedor de um prêmio Nobel de Literatura, José Saramago fez uma dura crítica ao Twitter dizendo: "Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido".

Invasão de crackers

Em agosto de 2009, o Twitter foi alvo do primeiro ataque de crackers. Quem tentava acessar ou logar no site, encontrou o site e sua conta sob o controle dos invasores,o que permaneceu por duas horas até sair do ar.

Na madrugada do dia 18 de dezembro de 2009,ao clicar no Twitter,o usuário era redirecionado para página com aviso de grupo chamado "Exército Cibernético do Irã". O site saiu do ar por cerca de uma hora, informa o portal da rede de TV norte-americana CNN. Em seu blog oficial, o Twitter disse que "os registros DNS (sigla em inglês para Sistema de Nomes de Domínios, que é um mecanismo que traduz o nome dos sites nos números que identificam as páginas) ficaram temporariamente comprometidos, mas agora foram consertados". A rede social não deu mais detalhes sobre o assunto.

Coincidência ou não o caso do Irã com twitter é antigo. O Governo do Irã foi envolvido do caso, pois em junho de 2009, através do twitter, ocorreram manifestantes contra a a reeleição de Mahmud Ahmadnejad, por conta das graves denúnicas de fraude eleitoral, provocando, inúmeras reações negativas internas e externas. O twitter foi bloqueado diversas vezes no país.

Em 25 de março de 2010, a Polícia anunciou a prisão no centro da França, o "Hacker-croll", um pirata virtual que roubou as senhas de vários famosos no Twitter, entre eles, o grupo musical britânico Duran Duran, o "presidente de uma grande empresa pública francesa" e o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. O jovem de 25 anos foi detido após uma investigação conjunta entre autoridades da França e dos Estados Unidos, diz o jornal Le Parisien. A prisão do jovem só foi falicitada, após criar blog no qual narrava o sucesso das invasões, não só no Twitter, mas também em outras redes sociais como o Facebook e em contas pessoais de e-mail.

Às vésperas de 7 de setembro de 2010, hackers brasileiros aproveitaram uma falha de XSS para criar um worm que se espalhava automativamente através de um link. Clicando no link o usuário enviava suas informações aos hackers que tratavam de manipular essas informações e forçar o envio de uma mensagem contendo o mesmo link no Twitter do usuário. As mensagens enviadas variaram desde morte a fotos sensuais de artistas conhecidos.

Casos de suicídios

Em agosto de 2009, a publicitária brasileira de ascendência japonesa Marisa Toma, mais conhecida como Ematoma, de 33 anos foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava na cidade de São Paulo. Segundo investigações, Marisa Toma cometeu suicídio, ao golpear faca no peito no apartamento na cidade de São Paulo. Antes de se matar, deixou recado suicida no twitter que recebe nome ematoma, Não deixou recado os motivos pelo suicídio, mas nas últimas semanas, ela estava deprimida. Era proprietária do site Objetos de Desejo. Depois que a morte dela foi divulgada, o perfil @ematoma saiu do ar.

No dia 11 de fevereiro de 2010, o famoso estilista britânico, que assumiu a homossexualidade, Alexander McQueen, foi encontrado morto enforcado na residência em Londres. Segundo legistas, a morte ocorreu na véspera, no dia 10 de fevereiro. Uma semana antes, dia 2 de fevereiro, a mãe do estilista, Joyce McQueen, morreu e avisou no dia seguinte através do twitter: “Estou avisando todos os meus seguidores que minha mãe morreu ontem, e que se ela não tivesse dado à luz, vocês também não me teriam. Descanse em paz”, seguido de “Mas a vida deve seguir em frente !!!!!!!!!!!!!!!”. Desde então, nunca conseguiu superar a perda da mãe e entrou em depressão. No dia 7 de fevereiro, postou no twitter: "noite de domingo, tem sido uma semana terrível, mas meus amigos têm sido ótimos, agora preciso de alguma forma me recompor." Desde então não saiu da residência e se matou três dias depois. Após o anúncio da morte, o perfil do estilista do twitter foi retirado do ar no mesmo dia.

Casos de preconceito

Na eleição presidencial no Brasil em 2010, a candidata Dilma Roussef obteve uma média de 70% de votos na região nordeste do país. Isso incentivou, logo após a divulgação dos resultados do pleito em 31 de outubro de 2010, uma série de mensagens preconceituosas contra nordestinos, considerados "culpados" pelo sucesso da candidata (apesar de uma análise criteriosa demonstrar que ela se elegeria mesmo sem os votos da região).

Um dos casos de mais destaque foi o de Mayara Petruso, estudante de direito de São Paulo, que escreveu: "Nordestisto não é gente, faça um favor a Sp, mate um nordestino afogado!". Diante das denúncias e publicações da imprensa, no dia 3 de novembro a OAB de Pernambuco entrou com notícia-crime no Ministério Público Federal em São Paulo contra a autora das citadas mensagens.

No dia 4 de novembro, a ONG SaferNet entrou com mesmo processo no MPF, identificando 1.037 perfis de usuários que postaram mensagens preconceituosas contra nordestinos. Boa parte deles foi listada no tumblr "Diga Não à Xenofobia". Os casos de preconceito no Twitter acabaram repercutindo no exterior, com publicação de uma matéria no jornal The Telegraph, do Reino Unido.

UberTwitter e Twidroyd

Em 18 de fevereiro de 2011, o twitter suspendeu os aplicativos mobile UberTwitter e Twidroyd por violarem as normas de privacidade e de marca registrada. O twitter bloqueia centenas de aplicativos que violam as políticas do site, mas para este caso, o twitter tomou uma atitude diferente ao compartilhar esse fato com a mídia pois a suspensão afeta um grande número de usuários. O UberTwitter se manifestou no seu twitter oficial dizendo ter mudado algumas normas para voltar ao normal. Logo em seguida, o site e o twitter da empresa passa a se chamar "UberSocial". Já a partir de 21 de fevereiro de 2011 os aplicativos voltaram ao normal.


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domingo, 26 de junho de 2011

Positivamente Enganados: Os Mitos e Erros do Movimento do Pensamento Positivo

Por Steve Salerno, publicado em e-Skeptic, 15 de abril de 2009
Traduzido por colaboração de Vitor Moura.

Meu técnico de futebol americano era o tipo de pessoa que Stanley Kubrick devia ter em mente quando concebeu o exagerado sargento instrutor para o seu filme clássico sobre o Vietnã, Nascido para Matar. Na metade de um jogo no meu segundo ano, eu e meus companheiros na linha de ataque estávamos tendo problemas em abrir espaço para nossos jogadores levarem a bola. O treinador nos chamou à parte no intervalo e alinhou-nos contra a parede. Ele então passou por nós e — de uma distância de mais ou menos cinco centímetros — gritou colado em cada um de nossos rostos: “Eu quero que você me diga agora, você vai perder outro bloqueio?!”. Havia um pungente gerúndio anglo-saxão entre outro e bloqueio, mas o bom gosto me obriga a omiti-lo.

A única resposta aceitável era “Não, senhor!”, a qual ele esperava que nós também gritássemos em um volume ensurdecedor. Essa intimidação garantiria ao treinador nossa coragem, dedicação e mérito para o resto da temporada. Mas, para mim, a pergunta do treinador não parecia razoável. Eu ainda tinha duas temporadas e meia de futebol diante de mim. Que garantias eu poderia dar? E assim, quando chegou a minha vez, eu dei um suspiro e disse: “Olha, treinador, eu certamente não quero perder outro bloqueio! Mas, provavelmente, sim, eu acho que vou perder alguns. De vez em quando.”

Pelo olhar perplexo no rosto do treinador, você pensaria que eu tinha acabado de me transformar em uma toupeira de quase dois metros diante de seus olhos. Por um momento, ele apenas olhou para mim. Então ele explodiu. Chamou-me de “espertinho”, que estava “querendo peitá-lo” , e me colocou no fim do banco. Pouco tempo depois que o jogo recomeçou, no entanto, ele discretamente me inseriu de volta no jogo. Parece que a minha substituição — por um daqueles jogadores que “nunca perderiam um outro bloqueio” — estava perdendo vários bloqueios.

Não há qualquer dúvida sobre o fascínio da idéia de que você vai ganhar todos os jogos, conseguir todos os trabalhos em que você se candidatar, fechar todas as vendas e conquistar o coração de cada homem ou mulher que chame a sua atenção. Isso ficou claro para mim muitos anos após a faculdade, quando comecei a pesquisa para um livro sobre o movimento do potencial humano. Eu rapidamente percebi o quanto os americanos estavam envolvidos em seu otimismo — e o quanto ficavam furiosos ao serem desafiados, ou mesmo questionados sobre isso; eu estava descobrindo o que a ensaísta Barbara Ehrenreich, escrevendo mais tarde na Harper’s, chamaria de esperança “patológica” . É uma visão de mundo que é sedutora, edificante e enobrecedora — tudo isso — e, ainda assim, a evidência e o senso comum sugerem que não tem nada a ver com o estabelecimento (e a implementação) de metas realistas, instituir (e observar) prioridades e, talvez o mais importante, reconhecer as limitações e os obstáculos válidos.

Em uma cultura cuja insaciável sede de auto-aperfeiçoamento é estimada em torno de 14 bilhões de dólares em gastos diretos em 2010 (tal como previsto pelas Marketdata Enterprises), a primazia de uma “atitude mental positiva” (AMP) é inquestionável. A fé no efeito catalisador do otimismo, da auto-confiança e nos outros componentes com vários títulos de uma AMP pode ser o traço definidor do zeitgeist. A positividade é a pedra fundamental, a condição sine qua non da vida americana de sucesso.



A ASCENÇÃO DO MOVIMENTO DA ATITUDE MENTAL POSITIVA

O reforço cultural de tudo isto é potente e onipresente. A positividade é central para muitos, basta ver o Oprah Winfrey Show, enquanto o otimismo e a manutenção geral de uma “atitude de que posso realizar tudo” formam os temas de quase todos os best-sellers de auto-ajuda. Vá no Google e digite “atitude mental positiva”, e você obterá um quarto de milhão de resultados. Isso não é tão surpreendente quanto o fato de que na página 20 de resultados – o ponto onde a maioria dos resultados do Google há muito degradaram em significados terciários – os resultados da AMP permanecem fortemente centrados em torno da idéia básica: melhorar a sua vida através de pensamentos felizes.

O pensamento positivo até desfruta de publicações no mainstream psicológico, graças a Martin Seligman, autor de Learned Optimism: How to Change Your Mind and Your Life e pai da chamada psicologia positiva. A “psiquê positiva” defende uma abordagem terapêutica de que o copo está meio cheio, e transmite a idéia de que os pensamentos otimistas são a sua própria recompensa auto-realizável. Em outubro passado centenas de psicólogos de duas dezenas de nações participaram da anual Positive Psychology International Summit, patrocinada pela Toyota.

O mundo corporativo abraçou totalmente o movimento. Segundo a Sociedade Americana para Treinamento e Desenvolvimento, porções crescentes dos 50 bilhões de dólares que as empresas investem anualmente em treinamento são destinados a palestrantes motivacionais, seminários externos e “programas selvagens”, destinados a incutir uma perspectiva positiva e confiante. Quando a Meeting Professionals International estudou seus membros em 2004, 81% preferiram a motivação passada por celebridades ao invés do treinamento intensivo de habilidades. No circuito de palestras, Tony Robbins e seus companheiros palestrantes motivacionais e técnicos de auto-ajuda foram acompanhados por um elenco colorido e improvável de auto-proclamados gurus, incluindo as vítimas de catástrofes nos Alpes, ex-atores pornográficos e viciados em crack confessos, havendo ainda espaço para um desertor da máfia, como outrora foi o subchefe Mike Franzese, da Família Colombo. Todos dizendo claramente que eles não poderiam ter feito isso sem as suas AMPs.

O otimismo ou a falta dele leva a oscilações no mercado financeiro dos EUA a um grau maior do que o desempenho mensurável das empresas listadas lá. O ex-presidente do Fed, Alan Greenspan, certificou esta obviedade em um memorável discurso de dezembro de 1996 em que usou a expressão “exuberância irracional” para caracterizar o clima de investimento. Apesar da América Fortune 500 não ter ficado menos solvente no dia após os comentários de Greenspan do que na véspera, Wall Street — com o seu próprio otimismo abalado — entrou em queda livre.

Na política, os líderes ao fazer discursos políticos importantes sobre questões vitais irão proferir o otimismo como um vale para resultados reais, e é uma moeda que o público americano aceita acriticamente. O ex-presidente George W. Bush expressou otimismo sobre uma série de coisas: que o governo iraquiano poderia sustentar-se e formar o modelo para um novo Oriente Médio democrático; que os EUA poderiam adaptar de agendas díspares uma política de imigração que satisfaz tudo para todas as pessoas; que poderia neutralizar as tensões nu-cu-la-res crônicas entre os EUA e a Coréia do Norte. (Se ele não pudesse desfazer a causa das tensões, o seu chefe do Pentágono especialista em Star Wars, o tenente-general Henry Obering, estava otimista sobre as chances de abater qualquer míssil que viesse.)

Mas mesmo a política ocupa uma posição inferior àquela do esporte, onde ganhar e perder são explicados quase inteiramente em termos de uma AMP. Em entrevistas pós-jogo, os atletas e seus treinadores glorificam o “jogo mental”, falando de pausas para reflexão e pontos de virada emocional e de queimação na barriga — tudo, exceto as habilidades físicas naturais que separam um Roger Federer ou uma Serena Williams de você e de mim. A mídia, também, suspende a descrença no que se refere à suposta ligação entre o querer e o vencer. Dado o êxito, aqueles que escrevem sobre o esporte ignoram explicações óbvias (talento? muita prática? “oportunidades”?) e se esforçam ao invés em encontrar a AMP que o pressagiou. “Ele só desejou isso com mais força” é uma explicação freqüentemente ouvida de por que um atleta superou o outro, mesmo quando se trata de uma diferença de frações de pontos ou de tempo que poderia ter ido facilmente para o adversário. Quando o Miami Heat derrotou o Dallas Mavericks em 2006 nas finais da NBA, a AP definiu o tom da reportagem da mídia autorizada repassando em seus artigos a “promessa” do treinador do Heat, Pat Riley, de trazer um título da NBA para a Flórida. Esse Riley, ele próprio um super-astro do basquete, fez esta promessa quando assumiu o comando da equipe em 1995 e não pareceu incomodar ninguém; não mais do que o fato que várias equipes cujos treinadores não tinham feito nenhuma promessa conseguiram vencer títulos no ínterim. Os sábios do esporte seguiram o roteiro, enquadrando a vitória do Heat como a confirmação de um juramento que havia ficado acumulado poeira por 11 anos.

Tais tendências têm produzido alguns momentos olímpicos extraordinariamente idiotas — como aquele dia em Atlanta, em 1996, quando os anunciantes da NBC pareciam determinados a creditar os atos heróicos do velocista Michael Johnson a qualquer coisa menos à velocidade dos seus pés. Eles aclamaram a confiança de Johnson, sua preparação mental, sua determinação interior. Chegava-se a pensar que a possibilidade de que Johnson era simplesmente mais rápido do que os seus adversários não tinha ocorrido a ninguém.

Em suma, então, pode-se dizer que os americanos querem ser positivos, cercar-se de outras pessoas que sejam positivas, confiarem os seus destinos e as suas próprias vidas àqueles que exalam positividade. No que a América realmente acredita é na crença.

A ironia é esta: a noção de que o enigma do sucesso é mais facilmente resolvido pela atitude do que pela aptidão pode ser uma das forças mais sutilmente destrutivas na sociedade americana. Não só é uma censura ao pensamento racional, mas em uma sociedade que já está se voltando ameaçadoramente para o narcisismo, esta publicidade exagerada da esperança também corrói a reverência ao trabalho duro, a paciência, o estudo, a auto-disciplina, o auto-sacrifício, a diligência e outros componentes tradicionais do sucesso.


O SEGREDO DA AUTO-ESTIMA

A resposta definitiva de como chegamos a este estado de coisas é melhor deixada aos historiadores e psicólogos sociais. Mas é seguramente possível postular que o otimismo é uma “memória racial” americana: uma extensão lógica do pioneirismo e do sentido de destino manifesto que tomou os primeiros colonizadores. Como o membro do conselho editorial do New York Times Adam Cohen escreveu: “.O pessimismo… é a mais anti-americana das filosofias”. A positividade está no gene americano. Ela também é sutilmente evocada no preceito dos fundadores da democracia americana, a declaração poética que “todos os homens são criados iguais”, que os defensores da atitude mental têm deturpado para implicar que “todos os homens [e mulheres] são igualmente capazes.” Ou, reformulado na linguagem importuna que é típica de materiais de auto-ajuda: “Não deixe que ninguém impeça os seus sonhos!”

O apelo universal desse sentimento era indiscutível no fenômeno do pensamento positivo de 2007, “O Segredo” — com os seus declarados 6 milhões de livros e DVDs agora em circulação. Ancorado na chamada Lei da Atração, O Segredo argumenta que nós somos “ímãs vivos” — aquilo em que acreditamos, bom ou ruim, virá ao nosso encontro. Munido do “conhecimento que os maiores líderes, descobridores e filósofos possuem”, diz a criadora de O Segredo, Rhonda Byrne, “não há nada que qualquer ser humano não possa ser, fazer ou ter… não há uma única coisa. Não há limite algum.” Para Byrne, a mente rege a matéria. E isso é tudo.

Como muitas das mensagens melosas que inundam a América moderna, “O Segredo” é sobre a rejeição das verdades “inconvenientes” do mundo físico. Na cultura geral, a ciência e a lógica ficaram fora de moda. Somos, afinal, um povo que cada vez mais abandona a medicina ortodoxa em lugar de regimes mente-corpo cujos próprios defensores não só se recusam a citar as provas clínicas, mas julgam a própria ciência como “enfraquecedora”. (O grito de guerra de que “você tem dentro de si as energias de que precisa para se curar” é uma razão pela qual as visitas aos praticantes de todas as formas de medicina alternativa agora superam as visitas aos médicos de família tradicionais por uma margem de quase dois para um.) O que eu acho mais notável sobre O Segredo, no entanto, é que de alguma forma integrou a mentalidade solipsista “A vida é aquilo que você pensa que é” que já foi associada a doenças mentais como a esquizofrenia. O Segredo era (e continua) o totem perfeito para a sua época, cativando de modo inigualado duas gerações antagônicas: os Baby Boomers chegando à meia-idade em massa e desesperados para libertarem-se de tudo o que tinham sido até agora; e jovens adultos distantes dos pais indulgentes e — especialmente — da escolaridade indulgente.

Com efeito, se houve um momento divisor de águas no pensamento positivo moderno, teria que ser o advento em 1970 do ensino baseado na auto-estima: um experimento em larga escala social que fez de ratos de laboratório milhões de crianças americanas. Na época, havia a teoria de que um ego saudável ajudaria os alunos a alcançar a grandeza (mesmo se os mecanismos necessários para incutir a auto-estima “temporariamente” minassem o ensino tradicional). Embora naquela época ninguém soubesse realmente o que a auto-estima fazia ou não, os líderes educacionais da nação não obstante presumiram que quanto mais as crianças tivessem disso, melhor.

Seguiu-se que quase tudo sobre a experiência escolar foi reconfigurado para apoiar o desenvolvimento do ego e a positividade sobre o aprendizado e a vida. Para proteger os alunos da ignomínia do fracasso, as escolas afrouxaram os critérios para que muito menos crianças repetissem. A classificação em curva se tornou mais comum, mesmo nos níveis mais baixos; as normas sociais substituíram os padrões nacionais. A tinta vermelha começou a desaparecer dos trabalhos dos alunos quando os administradores determinaram que os professores fizessem as correções em cores menos “estigmatizantes”. A orientação dos conselheiros defendia a causa da “promoção social”, onde o baixo desempenho dos estudantes — em vez de ficarem para trás — fosse repassado para a classe seguinte de qualquer maneira, para mantê-los com os seus amigos da mesma idade.

O que houve após isso foi uma celebração indiscriminada da mediocridade: as escolas abandonaram as suas listas de honra para não ferir os sentimentos dos estudantes que não conseguiam atingir a nota necessária. Jean Twenge, autora de Generation Me: Why Today’s Young Americans Are More Confident, Assertive, Entitled … and More Miserable Than Ever Before [Geração Eu: Por que os jovens americanos de hoje estão mais confiantes, assertivos, habilitados ... e mais miseráveis do que nunca], fala de festas da pizza que “costumavam acontecer apenas para crianças que tiravam A, mas nos últimos anos a escola tem convidado todas as crianças que simplesmente passaram”. (Twenge também fala de professores que eram dissuadidos de fazer correções que pudessem tirar o orgulho de um estudante como um “soletrador individual”.) Foram proibidos jogos no recreio que inerentemente produzissem vencedores e perdedores; não poderia haver vencidos neste admirável mundo novo de vibrações positivas.

Em meio a tudo isso, as camisas e blusas das crianças tornaram-se, na prática, quadros de avisos para uma miscelânea de fitas, alfinetes e prêmios que comemoravam tudo exceto conquistas reais. Às vezes, quanto piores as notas, mais um estudante era premiado, sob a teoria de que a fim de fazer com que as crianças em risco se superassem, primeiro você tinha que fazê-las se sentir otimistas e capazes.

Nas décadas seguintes após as prioridades baseadas na auto-estima confiscarem a agenda educacional americana, as notas SAT, a inflação das notas, as taxas de graduação, o desempenho dos Estados Unidos em testes internacionais de matemática e ciências, e outros barômetros menos tangíveis têm demonstrado que a grandeza escolar não é o que a auto-estima promove. Os administradores descobriram que aqueles relaxamentos “temporários” nos padrões tinham que ser institucionalizados de uma maneira sistêmica depois que os estudantes transferidos para o nível seguinte também não conseguiam — ou não queriam? — fazer o trabalho de nível superior. Com o tempo, a inflação das notas percorreu todo o caminho até o ensino secundário. (O número de calouros que agora precisam de cursos de recuperação, a fim de lidar com a matemática da faculdade e outros trabalhos beira o alarmante — 40%, em um estudo realizado pela Evergreen Freedom Foundation, um think-tank do estado de Washington).

Significativamente, quando os psicólogos Harold Stevenson e James Stigler compararam as habilidades acadêmicas dos estudantes de escola primária em três países asiáticos aos de seus colegas dos EUA, os asiáticos facilmente superaram os norte-americanos — mas quando se pediu aos mesmos alunos, em seguida, que classificassem suas proezas acadêmicas, as crianças americanas expressaram auto-avaliações muito maiores que suas contrapartes estrangeiras. Em outras palavras, os alunos americanos se atribuíram notas altas para trabalhos ruins. Stevenson e Stigler viram este enviesamento como fruto da ênfase retrógrada nas salas de aula americanas; a Brookings Institution 2006 Brown Center Report on Education também descobriu que as nações em que as famílias e as escolas enfatizam a auto-estima não podem competir academicamente com as culturas onde a ênfase é sobre a aprendizagem, e ponto final.

Hoje periódicos acadêmicos estão repletos de artigos revisionistas que lamentam a pilhagem das escolas americanas em nome da positividade. O fracasso é tão grande que a educação baseada na auto-estima foi repudiada até mesmo por algumas das suas mais apaixonadas vozes iniciais. (William R. Coulson, por exemplo, durante a década de 1990 tornou-se uma espécie de trovador lacrimal que cruzou a paisagem americana, confessando o seu erro e suplicando às escolas para repensar os seus programas de auto-estima). O cinismo global talvez seja melhor capturado pelo título do provocativo livro de 1995 de Charles Sykes, Dumbing Down Our Kids: Why American Children Feel Good About Themselves but Can’t Read, Write or Add. [Emburrecendo as Nossas Crianças: Por Que as Crianças Americanas se Sentem Bem Consigo Mesmas, Mas Não Conseguem Ler, Escrever ou Somar].

A verdadeira lição aqui, porém, não é que as doses maciças de positividade não produziram brilhantismo — é que a obsessão com o cultivo do otimismo e da “força interior”, na verdade, provou ser contraproducente. Está claro agora que não só metodologias de educação baseadas na auto-estima não produzem excelência, como de fato a comprometem.

A evidência sugere que houve conseqüências mais obscuras também. Ao falsamente elogiar estudantes e protegê-los do fracasso, o sistema educacional também os estava “blindando” contra a resiliência e habilidades que permitam ao adulto maduro processar a adversidade. Criados no casulo protetor do sistema escolar, muitas vezes com o reforço do ambiente de pais e mães “helicópteros”, as crianças cresceram despreparadas para um implacável Mundo Real.

De forma mais presente, ao criar um clima de merecimento, o movimento da auto-estima pode ter inconscientemente ajudado a treinar as crianças a se sentirem bem com relação a um comportamento duvidoso e egoísta. Twenge descobriu um significado amargo em um relatório de 2002 do Josephson Institute of Ethics, um think-tank de Los Angeles que estuda os costumes americanos, o qual revelou que “colar nas provas, roubar e mentir por parte de estudantes do ensino médio tem continuado sua alarmante espiral ascendente pela década.” O Instituto observa que quase três quartos dos estudantes admitiram alguma forma de fraude durante o ano anterior.

Assim parece que, se o sistema escolar não conseguiu imbuir os estudantes com uma verdadeira auto-estima, ele foi mais bem sucedido ao fomentar o narcisismo. No sentido clínico mais simples, o narcisismo pode ser definido como um sentimento exagerado de seu lugar no mundo. Os verdadeiros narcisistas necessitam dos outros apenas por sua utilidade em alimentar o seu sentimento de grandiosidade. E ainda assim o narcisismo é uma doença paradoxal, na medida em que os narcisistas nunca estão verdadeiramente seguros em seu sentido inchado de auto-estima; eles anseiam por uma validação constante. Não é razoável pensar que tal condição resulte de uma escolaridade que apregoa uma auto-estima vazia e infundada? Isso é precisamente o que o psicólogo Charles Elliott conclui em seu livro, Hollow Kids: Recapturing the Soul of a Generation Lost to the Self-Esteem Myth [Crianças Vazias: Retomando a Alma de uma Geração Perdida para o Mito da Auto-Estima]. E Elliott dificilmente é uma voz solitária no deserto.

“Um dos aspectos mais preocupantes da auto-estima por si mesmo é que você corre o risco de produzir crianças que não podem tolerar desafios à fachada que você construiu para elas”, disse-me o psicólogo acadêmico Roy Baumeister, uma das principais figuras na investigação da auto-estima, em uma entrevista de 2004 para o meu livro, SHAM: How the Self-Help Movement Made America Helpless [IMPOSTURA: Como o Movimento da Auto-Ajuda deixou a América Desamparada].

Isso não é pouca coisa, porque o narcisismo está desenfreado hoje, diagnosticado por uma ferramenta de avaliação conhecida como Inventário da Personalidade Narcisista (NPI). Twenge, que também é uma psicóloga na San Diego State University, analisou as respostas de 16.475 estudantes universitários que tinham concluído o NPI entre 1982 e 2006. Ela observou um salto de 30 por cento dos estudantes que marcaram “acima da média” para o narcisismo entre essas duas datas finais — um período de intensa atividade de construção da auto-estima na cultura americana.

E isto, por sua vez, é importante por causa do crescente corpo de pesquisa que liga o narcisismo e a agressividade. Muitas dessas intrincadas relações comportamentais só recentemente foram exploradas em profundidade, e se quer evitar os saltos de fé que marcaram o movimento da auto-estima anterior. Ainda assim, o trabalho de pessoas notáveis da psicologia como Baumeister, Jennifer Crocker, e Nicholas Emler afirma que o maior sintoma de grave comportamento anti-social não é a “baixa auto-estima”, como teorizado uma vez, mas sim a ultra-alta auto-estima. De fato, o estudo pioneiro Baumeister, publicado em 1998 no Journal of Personality and Social Psychology, revelou que os níveis mais elevados de auto-estima e/ou narcisismo são freqüentemente encontrados em serial killers, traficantes de drogas e outros misantropos.
O colaborador de Baumeister no estudo, o psicólogo Brad Bushman, disse à Science Daily, “Se as crianças começam a desenvolver opiniões irrealisticamente otimistas de si mesmas, e essas crenças são constantemente rejeitadas pelos outros, seus sentimentos de amor próprio poderiam torná-las perigosas para as pessoas ao seu redor.”


CONFIANÇA EMPRESARIAL

Vale a pena ressaltar que o movimento da auto-estima foi o resultado de uma das mais colossais gafes lógicas da história. Os psicólogos educacionais haviam observado que as crianças que tiram boas notas geralmente pontuam um pouco maior na auto-estima do que os estudantes ruins. Então — eles pensaram — tudo o eles tinham a fazer para transformar baixos resultados em grandes resultados era “disparar” uma dose extra de auto-estima. O que os educadores não perceberam, é claro, foi que eles tinham invertido a causalidade: as crianças com boas notas tinham maior auto-estima por causa das notas, e não vice-versa.

No entanto, essas lições não foram assimiladas pelos promotores modernos do pensamento positivo, que continuam a violar as regras mais elementares da lógica e da evidência:

A subcultura “sem limites” alega que tudo é possível através da aplicação pura e simples da vontade. Satirizando a ideia, o consultor de gestão Payson Hall escreve: “Outro dia eu quebrei uma tábua de pinho 12” x 12” x 1” apenas com a mão depois de ouvir uma palestra motivacional de 90 minutos sobre a quebra de barreiras para alcançar metas. [Mas] a mensagem inspiradora ‘você pode fazer qualquer coisa se estiver comprometido’ me incomodou… Eu suspeito que o facilitador da mensagem teria concordado com meu incômodo, especialmente se eu tivesse levado uma chapa de aço 12” x 12 “x 1”.

Mas então, o bom senso nunca dissuadiu a vontade de um guru da AMP em defender sua causa. Nem o bom gosto. Quando partes de San Diego ficaram envoltas em chamas, em 2007, o guru de auto-ajuda Joe Vitale observou em seu blog que o inferno poupou as casas de alguns dos seus amigos colaboradores para “O Segredo”, o que implica fortemente que os proprietários menos afortunados atraíram para si mesmos o cataclismo por não serem suficientemente otimistas.

A AMP é muito dependente do argumento pelo exemplo, divulgando o sucesso de pessoas positivas como prova de que “você pode fazer isso também!” Do ponto de vista evidencial, é absurda a tática de “colher cerejas” escolhendo as pessoas de sucesso, perguntar a elas sobre o seu estado de espírito, descobrir que elas se sentem de bem com a vida, e em seguida usar essa “investigação” ao argumentar que a atitude positiva promove o sucesso. Quantas pessoas fracassadas também se sentiam positivas — até que suas vidas tomaram um rumo inesperado para o pior? Tal raciocínio faz tanto sentido quanto usar Bill Gates e Ted Turner, dois jovens notáveis que desistiram da faculdade, como evidência para a teoria de que não fazer faculdade leva à riqueza incalculável (ou observar que Kobe Bryant tem um nome incomum e, portanto, assumir que se você dar ao seu filho um nome tão incomum ele vai acabar virando um astro da NBA).

Muito pior é quando os gurus da AMP realmente usam os tipos de Gates e Turner como “prova” de “por que um diploma universitário não é tão importante quanto uma boa atitude.” Gates e Turner são exceção. A grande maioria dos desistentes da faculdade não se saiu tão bem, não importa quão positivos eles tenham sido. 


UM VENCEDOR COMPROVADO: A MENTALIDADE CAMPEÃ NOS ESPORTES

Esperando imbuir suas ideologias com uma bravata mística, a turma da AMP inventou um jargão absurdo de mente elevada — frases que não podem verdadeiramente ser definidas, muito menos quantificadas ou aplicadas à vida real. Esta saraivada de clichês e chavões raramente resulta em uma filosofia coesa. Eu estou assistindo as Olimpíadas de Pequim enquanto escrevo isto e, a julgar pelos comentários de vários comentaristas — todos especialistas em seus respectivos esportes — o competidor olímpico ideal é calmo e ainda assim selvagem que está ao mesmo tempo relaxado e orientado, paciente e faminto, um atleta que permanece dentro de seus limites, embora saiba como ultrapassá-los. Este indivíduo extremamente confiante (mas não excessivamente confiante) entra na competição com uma mente clara e com uma concentração intensa, percebe a importância de vencer, mas não se preocupa em perder; conhece o próprio ritmo, mas sempre dá 110% — e ainda tem uma energia extra guardada, caso precise. Este é um concorrente que se entrega totalmente em campo mesmo sabendo que às vezes é melhor viver para lutar outro dia …

Eu desafio qualquer um a encontrar todas essas qualidades díspares na mesma pessoa (sã). É evidente que, ao final, a assim chamada mentalidade campeã é o que funciona para o campeão em questão. O que significa, na prática, que não há uma coisa como uma mentalidade campeã, por si. Isso poderia ser uma arrogância insuportável para um atleta e um uma modéstia nauseante para o seu principal rival. Vimos isso em Torino, na verdade, no contraste total entre os esquiadores dos EUA Bode Miller (o ego ambulante) e Ted (“Eu estou apenas feliz por estar aqui”) Ligety.

Da mesma forma, os gigantes do seminário falam de jogadores superstar envolvidos no empreendimento de equipes complexas como se esses jogadores pudessem chegar, tal qual Uri Geller, e dobrar dezenas de variáveis desconhecidas em um padrão ordenado levando inexoravelmente à vitória. Considere o seguinte: “Ele é sem dúvida um vencedor”, ou, mais especificamente, “Ele sabe como vencer”, elogios muitas vezes outorgados para atletas de primeira linha como, digamos, o jogador de beisebol Derek Jeter do New York Yankees. O que significa isso? Como é possível ser assim? Jeter, situando-se a poucos metros de distância, emite ondas de energia invisíveis que de alguma forma impedem o seu lançador de desistir das corridas? E se Jeter pode motivar a si mesmo (e/ou um companheiro de equipe) a conseguir a pegada certeira na nona rodada — por que ele esperou tanto tempo? Por que não colocou o jogo em segurança muito antes? Além disso, como explicar a grande perda dos ianques? Se o homem pode simplesmente “conjurar” vitórias à vontade, então por que, em 2002, o ano em que os Yankees conquistaram uma flâmula, ganhando 103 jogos durante a temporada regular, Derek Jeter permitiu que a equipe fosse eliminada dos playoffs pelo California Angels? Será que ele de repente se esqueceu de como vencer quando mais importava?


VOCÊ TAMBÉM PODE SER PRESIDENTE: O OTIMISMO DELIRANTE

Os defensores mais entusiásticos de hoje do pensamento positivo — não contentes em prometer somente excelência individual — retratam sua busca como a maré que levanta todos os barcos, supostamente permitindo a América como um todo alcance novos níveis de realização. É uma perspectiva atraente, apesar de impossível, porque tantas atividades competitivas são casos de soma zero: para cada vencedor, existem vários perdedores. Não há simplesmente nenhuma maneira deste goulash de aspirações conflitantes reduzir a parceiros sociais uma sociedade estruturada na existência de patrões e empregados, ricos e menos ricos, vencedores e também perdedores. E o absurdo começa com a mensagem fundamental do pensamento positivo em todos os lugares nas escolas: “Você pode ser o presidente dos Estados Unidos, se você realmente quiser!” Mesmo deixando de lado os inúmeros fatores contextuais que podem atrapalhar uma corrida para a Casa Branca, a simples aritmética de escassez de oportunidade — o fato de que a qualquer momento haverá talvez 10 presidências disponíveis para 150 milhões ou mais de americanos entre 35 anos até a época de sua morte — exclui o sonho de quase todos os que sonham com isso.

Uma mensagem mais verdadeira seria: “Você tem uma chance muito maior de ser atingido por um raio do que virar presidente dos Estados Unidos. Mas relaxe, não há praticamente nenhuma chance de que você seja atingido por um raio, de toda forma”.

Mais uma vez aqui — como vimos com a auto-estima — isto não é simplesmente idiota. Há um claro lado negativo na positividade infundada.

No mundo dos negócios, o pensamento positivo muitas vezes se manifesta como uma aversão ao planejamento de contingência. Certamente um dos aspectos mais preocupantes da cultura corporativa guiada pela AMP de hoje é o modo com que intimida os trabalhadores cautelosos, fazendo-os ficar com a boca fechada sobre todos os sinais de perigo que vêem em uma determinada estratégia ou empreendimento. Discussões francas sobre o risco são interpretadas como indícios de negatividade da pessoa, ou mesmo que essa pessoa está “lançando as bases para o fracasso”. Os empregados que exprimem preocupações razoáveis podem ser rotulados como “profetas da desgraça” — e verem-se menosprezados durante as avaliações periódicas por “não fazerem parte da equipe”. Em seu artigo na Harvard Business Review, “Ilusões de Sucesso” — sobre a atual atmosfera na América corporativa — os autores Dan Lovallo e Daniel Kahneman são diretos: “Nós recompensamos o otimismo e interpretamos o pessimismo como uma deslealdade”.

Ironicamente, a incapacidade de lidar com riscos — o que Lovallo e Kahneman chamam de “otimismo delirante” — torna-se um fator de risco por si mesma. Vale lembrar a citação memorável de Russell Ackoff em seu livro clássico, Management in Small Doses: “O custo de preparação para situações críticas que não ocorrem geralmente é muito pequeno em comparação com o custo de se estar despreparado para aquelas que ocorrem.”

Mais adiante em um projeto malfadado, a AMP novamente mostra a sua desagradável presença na forma de uma recusa obstinada em reconhecer a derrota. Como o consultor Payson Hall escreve, a idéia de que “qualquer projeto é possível, dada uma atitude ‘pode ser feito’ “provou ser um equívoco muito caro e destrutivo.” Muito dinheiro é desperdiçado porque, afinal de contas, se você realmente acredita … como pode falhar?

O Consultor de Gestão Jay Kurtz tem uma visão mais colorida na mesma armadilha familiar. “A pessoa mais perigosa na América corporativa”, Kurtz uma vez me disse, “é o incompetente altamente entusiástico. Ele está sempre correndo rápido demais na direção errada”.


PRODUTIVIDADE POSITIVA X COMPETÊNCIA IRRITANTE

Para constar, estudos sobre a alegada ligação entre a positividade e a produtividade raramente mostram uma correlação linear. Embora as pesquisas mostrem que os trabalhadores americanos são altamente produtivos e relativamente otimistas, não se pode postular uma relação causal sem ajuste para a miríade de variáveis ambientais que tornam a vida americana muito mais edificante para começar. Os estudos mais rigorosos da História, como o esforço direcionado de 1985 pelos psicólogos Hackett e Guion, lançaram dúvidas sobre até mesmo as correlações mais básicas que você esperaria encontrar — por exemplo, entre a satisfação no trabalho e a alta frequência no serviço. Note-se que no Japão, a própria fonte do “5S” e outros programas de produtividade alardeados atualmente na Fortune 500 America, os empregados não são exatamente eufóricos. De acordo com um estudo realizado em 2002 por Andrew Oswald, professor de economia na Universidade de Warwick, Reino Unido, apenas 30% dos trabalhadores japoneses se descrevem como “felizes” no trabalho.

No final, há pouca evidência confiável de que uma atitude positiva tenha algo a ver com o resultado de qualquer empreendimento objetivamente mensurável. Há, de fato, uma evidência modesta, mas intrigante, de que uma perspectiva positiva pode ser ruim para os negócios. No ano passado, uma equipe de psicologia da Universidade de Alberta estudou vários grupos de trabalhadores na montagem de circuitos impressos e considerou os empregados ranzinzas superiores às suas contrapartes otimistas. As pessoas alegres estavam investindo muito na sua alegria e dedicavam uma energia significativa para perpetuá-la. Seus colegas de cara fechada simplesmente se dedicavam a seu trabalho — e o fizeram melhor: os descontentes cometeram metade dos erros. (Nem, por falar nisso, devemos descartar o papel desempenhado pelo otimismo injustificado na recente quebra das hipotecas e moradias — por parte dos credores e devedores igualmente).

O fisiculturista Mike Mahler, por sua vez, discorda da maioria das pessoas nas artes de treinamento físico, acusando a cultura da atitude acima de tudo de hoje como “uma forma garantida de jamais alcançar os seus objetivos… Vamos dizer que você está falido, com excesso de peso e não tenha amigos. Você decide aplicar o pensamento positivo… Você diz a si mesmo que você é sortudo por ser você e caminha com um sorriso em seu rosto. Isto está realmente resolvendo o problema?” Sabiamente, Mahler nota que é o descontentamento que “motiva a ação e mudança”. Descontentamento e — apenas talvez? — a disposição em aceitar o fracasso.


ESPERE O FRACASSO... MAS CONTINUE TENTANDO

Conheça o Dr. James Hill. Ele é diretor do Centro para Nutrição Humana, uma agência financiada pela NIH que Hill supervisiona de seu cargo de professor de pediatria na Universidade de Colorado. Hill se perguntou por que a maioria das pessoas que perdem peso em dietas rápidas logo recuperam tudo e ainda ganham alguns quilos. Trabalhando em conjunto com colegas da Universidade de Pittsburgh, a equipe de Hill compilou um Registro de Controle de Peso Nacional que inclui 4.500 indivíduos que perderam pelo menos 13kg e assim se mantiveram por, pelo menos, um ano. Depois da pesquisa e estudo dos dados, Hill identificou as principais características que permitiram que estas pessoas que buscavam emagrecer atingissem os seus resultados impressionantes, e ele as tem destrinchado em uma série de dicas. Entre as primeiras dicas está esta: Espere o fracasso… mas continue tentando.

Espere o fracasso? Isso não é algo que você ouviria no programa da Oprah, não é? No entanto, pelo menos entre os que emagreceram de Hill, havia a antecipação do fracasso — combinado, sim, com a vontade de perseverar — que abriu o caminho para o sucesso.

Um mantra como espere o fracasso, mas continue tentando é um exemplo perfeito de um meio-termo do senso comum que tem chance zero de ganhar força na cultura pop de hoje. Os americanos estão condicionados a mamar na teta de mensagens categóricas, edificantes. Muitos de nós não queremos ouvir “talvez você possa fazê-lo, e talvez você não possa.” Mesmo que seja verdade.

Preferimos nos apegar à noção de que “é claro que você pode fazer isso!” Mesmo que seja falsa.

sábado, 25 de junho de 2011

Curiosidades #16

Uma adolescente chinesa ofereceu sua virgindade em troca de um iPhone 4.

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A frase "subi no ônibus" de trás para frente é a mesma coisa. 

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A Malaxofobia é o medo de amar.

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Em maio de 1993, no meio de todas aquelas acusações de abuso sexual infantil, a Pepsi anunciou que cortou relações com Michael Jackson fazendo com que os fãs leais parassem de beber o refrigerante, 2 meses depois a Coca-cola anunciou que suas vendas cresceram em 20%.

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Em 25 de Junho de 2009 o Twitter ficou fora do ar por 10 minutos, após a noticia sobre a internação e morte de Michael Jackson. A pagina ficou fora do ar em razão da quantidade de mensagems enviadas pelos usuarios.

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Segundo cientistas meninos com nomes estranhos, podem ser criminosos em pôtencial.

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O nome de Haagen-dazs da marca de sorvetes, não significa nada. Foi inventado para aparecer escandivo aos americanos. 

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Einsten nunca foi um bom aluno, e nem sequer falava direito aos 9 anos. Seus pais achavam que ele era retardado.

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Em 2001 um motorista de táxi, saiu para trabalhar e quando voltou, 2 dias depois descobriu que sua familia havia velado seu corpo que fora reconhecido como seu. Os parentes haviam feito o reconhecimento do homem, morto.

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Na França um casal iria oficializar o relacionamento se casando, mas o rapaz (Jonathan George) morreu 2 dias antes do casamento. Mesmo assim ela casou-se com ele. Na cêrimonia o noivo foi representado por um cavalete com uma foto dele. Após o casamento a noiva era viúva.

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Por 13 anos um japonês manteve o corpo do seu pai congelado esperando que ele ressucitasse.

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Na cidade de Santa Maria (RJ) existia um concurso de Miss Galinha. A vencedora em 2000 foi Alzira, galinha de uma moradora.  

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90% das pessoas que assistem "Todo mundo odeia o CHRIS", ja decorou FALAS, trocadilhos e etc.

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Na China para frequentar a escola você deve ser inteligente, e é preciso fazer uma prova para frequenta-lá.

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O seriado "Todo mundo odeia o CHRIS" que passa na RECORD já repetiu os episodios mais de 737 vezes em 3 anos.

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Em Atlanta, não é permitido que pessoas fedidas andem de bonde. 

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ônibus

                                                                        Local da foto: ?             País: Brasil
Cláudio Gargano conta:
A foto foi tirada dentro de um ônibus em movimento. No reflexo dos óculos se vê a minha esposa que tirou a foto, e além dela se vê mais uma pessoa na janela do lado de fora do ônibus. A distância da janela ao chão é de aproximadamente dois metros de altura… A foto foi tomada com uma câmera digital,
e não foi feita nenhuma montagem
“.
Obrigado pelo envio, Cláudio!
  
Comentário: Cláudio comentou que a imagem seria impressionante, e realmente é! Há múltiplos reflexos em seu óculos, e um realce não revela qualquer sinal de montagem. Revelam sim muito mais detalhes que permitem identificar o misterioso homem gigante de paletó azul.


Note como os reflexos em cada lente diferem levemente, o que é mais visível no reflexo da esposa de Cláudio. Também não há sinais de manipulação digital. Mas nosso misterioso homem gigante de paletó azul a princípio parece surgir nada menos que quatro vezes em tais reflexos.

Uma olhada mais cuidadosa revela que em verdade são dois homens de paletó azul, porque o homem indicado pelo número 2 está claramente dentro do ônibus! Motivo para pânico?

Depois de semanas de discussão de nossa equipe multinacional de analistas fotográficos especializados descobrimos a verdadeira identidade do misterioso homem gigante de paletó azul.

São apenas os assentos, os leitos do ônibus, que compõem o “paletó”. Sua cabeça no item 1 pode ter sido tanto algo fora da janela quanto uma cortina. Já no item 2, é provável que tenha sido a cabeça de um outro passageiro presente.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

As Piores Cantadas do Mundo

Você sabe dar uma boa cantada? Bom, na verdade muitas pessoas não. As mulheres ficam com muita raiva quando estão passando na rua e de repente ouvem aquela barbaridade, sendo que dá aquela vontade de xingar.


É, mas os homens devem tomar muito cuidado, por que ao invés de dar uma boa cantada podem receber uma ótima resposta. A criatividade conta muito, mas não vá exagerar e falar o que não deve.

Veja agora algumas das piores cantadas e uma dica não use nenhuma delas, pois você vai se dar muito mal:

1.) Vamos tomar alguma coisa juntos? Que tal um banho? (Essa sem duvida nenhuma é criativa, mas muito idiota)

2.) Vou ligar para a minha mãe e dizer que encontrei a mulher da minha vida.

3.) Dizem que o amor é uma coisa maravilhosa. Vamos fazer um pouco e descobrir.

4.) Vamos pra minha casa fazer as coisas que eu já falei pra todo mundo que a gente fez.

5.) Essa roupa ficaria ótima toda amassada no chão do meu quarto amanhã de manhã.

6.) Se a cada vez que imaginasse você sorrindo ganhasse uma rosa, Caminharia por bosques infinitos a procura do meu maior sonho!

7.) Você é tão linda que eu me apaixonei.

8.) Você acredita em amor a primeira vista, ou eu vou ter que passar aqui mais vezes?

9.) Pode me informar o caminho do seu coração?

10.) Você é a minha outra metade da laranja.

Bom, sem dúvida alguma, essas são algumas das piores, então para você se livrar dessas cantadas horríveis aqui vão algumas repostas que você pode dar, assim vai se sentir bem melhor, dê uma olhadinha:

1.) Cantada: Nossa, não sabia que boneca andava!
Resposta: E eu não sabia que jumento sabia falar.

2.) Cantada: A gente já não se encontrou em algum lugar antes?
Resposta: Já e é exatamente por isso que eu não vou mais lá.

3.) Cantada: Se beleza desse cadeia você pegaria prisão perpétua
Resposta: Se feiúra fosse crime, você pegaria pena de morte.

4.) Cantada: Está procurando boa companhia?
Resposta: Estou, mas com você por perto vai ficar muito mais difícil encontrar.

5.) Cantada: Se eu pudesse te ver nua, eu morreria feliz.
Resposta: Se eu pudesse te ver nu, eu morreria de rir.

6.) Cantada: Eu não acreditava em amor a primeira vista. Mas quando te vi mudei de idéia.
Resposta: Que coincidência! Eu também não acreditava em assombração.

7.) Cantada: Gata, você é linda demais, só tem um problema: a sua boca ta muito longe da minha!
Resposta: Questão de higiene.

8.) Cantada: Qual o caminho mais rápido pra chegar no seu coração?
Resposta: Cirurgia plástica, lavagem cerebral e uns 3 meses de malhação.

9.) Cantada: Este lugar está vago?
Resposta: Está, e este aqui onde estou também vai ficar se você se sentar aí.

10.) Cantada: Será que eu já não te vi em algum lugar?
Resposta: Claro! Eu sou a recepcionista da clínica de doenças venéreas… Não se lembra?

E você qual achou que é a melhor, quer dizer a pior cantada? Deixe seu comentário com a resposta!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Relatos Paranormais - A Irmã Teimosa

Em 26 de Julho de 2002 minha irmã do meio , então com 39 anos, faleceu em um trágico acidente de carro. Foi um dor muito grande que abateu-se sobre nossa família já então tão reduzida: somente meus pais e mais uma irmã.

Passados alguns meses, mais precisamente em Dezembro de 2002 (4 meses) eu estava a ponto de enlouquecer pensando em tudo que havia acontecido, como era trágico meus sobrinhos ficarem órfãos e tantas outras coisas que rodam nossa mente.

Em um Domingo a tarde meu filho mais velho (6 anos) estava na casa de uma amiga e minha filha mais nova (2 anos) estava dormindo. Depois de limpar a casa deitei-me um pouco na minha cama, eram mais ou menos umas 14:30, o sol a pique já que era verão, a janela do meu quarto estava entreaberta deixando entrar bastante luminosidade e a TV estava ligada.

Cochilei e de repente a voz de uma mulher cantando me acordou. Era minha irmã parada ali, no pé da cama. Senti meus olhos ficarem estatelados! Então ela deitou-se debruçando um pouco sobre mim. Ela usava uma camisa vermelha de gola alta e uma calça "black jeans", cheguei a ver os detalhes da costura do bolso da calça (era five pockets), os cabelos soltos de franjinha e muito brilhantes.

Então consegui falar: " - Mas Lilian, você morreu!..."

Ela abriu um sorriso e balançando a cabeça respondeu:

"- Não morri não! Eu to aqui, eu to aqui...."

Pensei: Se ela está aqui eu posso tocá-la. Fui levantando devagarzinho para beijar seu rosto e ao chegar a alguns centímetros dela ela se desfez em uma espécie de nuvem cinza, menos espessa que fumaça de cigarro mais parecida com nevoeiro cinza, quase uma sombra.

Aí sim eu pulei da cama como aquela sensação de estar caindo de algum lugar bem alto.

Acreditem: Minha irmã já apareceu em sonhos de outras pessoas afirmando que não morreu, ela era extremamente teimosa e eu acho que ela não se conforma até hoje do modo estúpido como morreu.

Há vida depois da morte, eu acredito.


Nadja - São Paulo - S.P.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Detonautas - Olhos Certos (Música)



LETRA

Tento te encontrar
Tanto pra dizer
Meu amor, tudo bem

Sorte de nós dois
Quero te fazer feliz
Meu amor, sempre quis

Seus olhos certos mas não sei o que dizer
Eu não vou mas o tempo vem
Tá tudo certo mas não sei o que dizer
Eu não vou, mas o tempo vem aqui

Tento te encontrar
Tanto pra dizer
Meu amor, tudo bem

Mesmo sem te ver
Não chegou ao fim
Seu amor, tudo em mim

Se não for mais do que tento ser
Se não for mais

Se não for mais do que tento ser
Se não for

Seus olhos certos mas não sei o que dizer
Eu não vou mas o tempo vem
Tá tudo certo mais não sei o que dizer
Eu não vou mas o tempo vem aqui.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Morre Ryan Dunn, do Jackass


RIO - Após se arriscar das mais diferentes maneiras em "Jackass", Ryan Dunn sucumbiu a um acidente de carro. O apresentador, uma das estrelas do controverso programa de TV, bateu com seu Porsche em uma estrada na Pensilvânia nesta madrugada. Segundo testemunhas, o automóvel voou sobre a proteção da pista, bateu em uma árvore e pegou fogo.

A última foto de Ryan Dunn, do Jackass
De acordo com o site TMZ, Dunn estava acompanhado de mais uma pessoa, ainda não identificada, que também morreu no acidente. Poucas horas antes de sua morte, o astro de 34 anos publicou em seu Twitter uma foto (reproduzida ao lado) em que aparece ao lado de dois amigos bebendo em um bar. Dunn ficou conhecido por suas perigosas travessuras e piadas feitas nos filmes de "Jackass" ao lado de seu amigo de longa data Bam Margera.

Fonte: O Globo

James Cameron





James Francis Cameron (Kapuskasing, 16 de agosto de 1954) é um premiado cineasta, produtor, roteirista e editor canadense residente nos Estados Unidos. É bacharel em Física pela Universidade da Califórnia.


Famoso mundialmente por introduzir mulheres como protagonistas nos seus filmes, seus roteiros incluem Michael Biehn, Sigourney Weaver, Jenette Goldstein, Bill Paxton, Lance Henriksen e Arnold Schwarzenegger. Foi o primeiro cineasta a produzir e dirigir um filme com custo superior a 100 milhões de dólares em Terminator 2: Judgment Day (1991), e mais tarde alcançou mais de 200 milhões de dólares para produzir Titanic (1997).

Cameron, considerado um dos maiores cineastas a trabalhar com efeitos especiais, dirigiu clássicos da Ficção Científica como The Abyss (1989), Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), e Aliens: O Resgate.

É dele a direção dos dois maiores filmes em bilheteria da história do cinema, Avatar e Titanic.


BIOGRAFIA


James F. Cameron nasceu na província de Ontário, no Canadá, filho de uma enfermeira e de um engenheiro eletricista. Cameron cresceu em Chippawa, atual Niagara Falls, e estudou na Stamford Collegiate. Sua família se mudou para a Califórnia em 1971, o que possibilitou o interesse de Cameron pelo cinema. Durante este período em que vivia na Califórnia, Cameron visitou e frequentou várias vezes os arquivos de filmes da University of Southern California. Para a surpresa de muitos, Cameron estudou Filosofia na Universidade de Toronto em 1973.

Após seus estudos, Cameron passou a trabalhar como caminhoneiro, escrevendo um pouco nas horas vagas. Após assistir Star Wars IV: Uma Nova Esperança em 1977, Cameron decidiu abandonar a profissão de caminhoneiro para se dedicar inteiramente a indústria cinematográfica.

Cameron continuou aprendendo novas técnicas de filmagem e começou a inventar um modelo de uma mini câmera no Roger Corman Studios. Com pouco orçamento, Cameron aprendeu a trabalhar de forma rápida e eficaz e logo produziu seu primeiro filme, Battle Beyond the Stars. Mais tarde trabalhou nos efeitos especiais de Fuga de Nova York.


CARREIRA

Exterminador do Futuro

Depois de escrito o guião para Exterminador do Futuro, Cameron decidiu vender a história para poder então realizá-la. No entanto, algumas empresas de Hollywood recusaram-se a permitir que um "novato" realizasse o filme. Cameron, entretanto, foi autorizado a realizar o filme pela Hemdale Pictures. A sua futura esposa, Gale Anne Hurd, que já tinha trabalhado com Roger Cormer, decidiu comprar o guião de Cameron desde que ele realizasse o filme. Foi com Anne Hurd que Cameron teve a sua primeira experiência como realizador.

O Exterminador do Futuro foi um sucesso de bilheteria, superando as expectativas dos executivos da Orion Pictures de que o filme seria considerado "apenas mais um filme de ficção científica". O orçamento do filme foi baixo - 6,5 milhões de dólares - e arrecadou mais de 78 milhões de dólares em todo o mundo.

 

Rambo II

Durante a década de 1980, Cameron continuou o seu trabalho a partir de três guiões: O Exterminador do Futuro, Aliens e Rambo: First Blood Part II. Enquanto Cameron se aprofundou nos roteiros de Exterminador e Aliens, Sylvester Stallone assumiu o roteiro de Rambo II, modificando totalmente a história. Cameron foi somente creditado no final do filme.

 

Aliens

Cameron também trabalhou na sequela de Aliens de 1979 dirigido por Ridley Scott. Cameron nomeou a sequência de Aliens e reprisou a atriz Sigourney Weaver no papel de Ellen Ripley.

Aliens se tornou um sucesso de bilheteria e recebeu o Oscar de Melhores Efeitos Especiais e foi indicado ao Oscar de melhor atriz para o papel de Weaver e de Melhor Trilha Sonora.


FILMOGRAFIA 

Ano Filme Papel Notas
1978 Xenogenesis Diretor e Produtor
1981 Piranha II: The Spawning Diretor
1984 The Terminator Diretor, Escritor
1985 Rambo: First Blood Part II Escritor
1986 Aliens Diretor, Escritor
1989 The Abyss Diretor, Escritor
1991 Terminator 2: Judgment Day Diretor, Escritor e Produtor
1994 True Lies Diretor, Escritor e Produtor
1995 Strange Days Escritor e Produtor
1997 Titanic Diretor/Escritor/Produtor/Editor Vencedor do Oscar de Melhor Diretor
Vencedor do Oscar de Melhor Filme
Vencedor do Oscar de Melhor Edição
2005 Aliens of the Deep Diretor/Produtor/Cinematógrafo
2009 Avatar Diretor/Escritor/Produtor/Editor
2011 Final Destination 5 Diretor (Rumores)
2011 Sanctum Produtor Executivo
2012 Titanic 3D Diretor/Escritor/Produtor/Editor
2012 At the Mountains of Madness Produtor Executivo
2012 Fantastic Voyage Produtor Executivo
2014 Avatar 2: Na'Vi Diretor/Escritor/Produtor/Editor Em Pré-produção
2015 Avatar 3 Diretor/Escritor/Produtor/Editor Em Pré Produção
---- Battle Angel Diretor/Escritor/Produtor/Editor


PREMIAÇÕES

  • Óscar para Melhor Filme — Titanic em 1997
  • Óscar para Melhor Diretor — Titanic em 1997
  • Globo de Ouro de Melhor Diretor (vencedor)
  • Globo de Ouro de Melhor Filme drama (vencedor)
  • Framboesa de Ouro de Pior Roteiro por Rambo II: A Missão (1985), juntamente com Sylvester Stallone e Kevin Jarre (Vencedor)
  • Prêmio Golden Eddie Filmmaker of the Year, dado pelo American Cinema Editors (Vencedor)
  • Prêmio Eddie de Melhor Edição, por Titanic (1997), dado pelo American Cinema Editors (Vencedor)
  • Globo de Ouro de Melhor Diretor, por Avatar (2009) (Vencedor)
  • Globo de Ouro de Melhor Filme drama, por Avatar (2009) (Vencedor)