sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Bons sonhos...

Local da foto: hospital “Nossa Senhora da Caridade”   País: México

Esta foto foi tirada nos quartos do hospital “Nossa Senhora da Caridade” em Toluca, México, enquanto uma das pacientes estava dormindo, ela esteve envolvida em um acidente múltiplo de carro e a mulher embaixo da cama era a única pessoa que morreu no mesmo acidente e levada ao necrotério, o irmão da paciente capturou esta imagem com a própria câmera e a figura foi vista em todo o mundo e autenticada pelo centro de pesquisa em Chicago, Illinois

Comentário: A imagem chegou ao MuseumofHoaxes  (Museu das fraudes), de Alex Boese, que comentou que deveria ser de uma “cena de um filme … a imagem tem uma composição boa demais para ser uma foto casual”. Este autor também sugeriu que a imagem tinha sinais de ter sido tomada de uma revista ou pôster, onde um texto ao lado foi apagado digitalmente:


Boese estava certo: um visitante indicou a origem, o filme de terror “The Mother – the unborn“, tailandês (e não mexicano). Abaixo pode-se ver o pôster do filme.


Note que no pôster original, a cama tem um pé que não foi apagado, confirmando também a suspeita de que a imagem circulada como sendo do México deve ter sido original de uma versão que tinha uma legenda, texto ou logotipo, retirado de qualquer jeito.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Relatos Paranormais - Acordando Assustado

Eu li as outras histórias nesse site e resolvi contar uma que aconteceu comigo quando eu era pequeno.

Aconteceu quando eu era um garotinho, crescendo em uma cidade pequena, perto da divisa do estado de São Paulo com Minas Gerais. Eu morava em uma casa bem pequena com a minha família, e por causa da falta de quartos, eu dividia o meu quarto com a minha irmã. Foi nesse quarto que tudo aconteceu.

Uma certa manhã eu acordei, pensando que seria um belo dia. Eu levantei a minha cabeça e notei uma mulher parada no pé da minha cama, completamente envolta em uma escuridão estranha, com as mãos na cintura. Eu podia perceber que era uma mulher pelo formato do corpo dela, porque não dava para ver mais nada, era uma forma completamente negra, inclusive o seu rosto. A silhueta do cabelo mostrava que ele estava preso na cabeça como um coque. Ela parecia estar usando uma saia, mas o resto da parte de baixo estava oculta pela minha cama.

Ela apenas ficou parada lá, olhando na minha direção, sem dizer nada. Só uma olhada nela me fez voar para debaixo das cobertas. O tempo inteiro que eu fiquei lá embaixo eu tentei me acalmar e tentei imaginar o que podia ser aquilo que eu tinha acabado de ver.

Depois de algum tempo coberto, eu criei coragem para colocar a cabeça para fora, para ver se ela ainda estava lá. Eu lentamente coloquei os olhos para fora da coberta, para ver ela parada ali ainda, no mesmo lugar, sem se mexer, na mesma posição que estava antes. E mais uma vez, eu fui para de baixo da coberta. Enquanto isso tudo acontecia, a minha irmã estava dormindo. A cama dela era paralela à minha, bem à minha direita.

Enquanto tampava a visão daquela "visitante" com o cobertor, eu tentava acordar a minha irmã chamando ela. Eu não queria falar muito alto porque parecia ser a melhor coisa a fazer naquela situação. A minha irmã continuou dormindo apesar de eu ficar chamando ela, então eu decidi que era hora de fazer alguma coisa mais drástica. Eu sai da minha cama e fui bem devagar atravessando o quarto em direção da cama da minha irmã tampando a visão do espectro com a minha mão (afinal, eu estava bem assustado). O meu plano era acordar a minha irmã para ela ver aquilo e me explicar o que podia ser aquela mulher, completamente escura, em pé na frente da minha cama. Como eu não podia imaginar o que podia ser aquilo, eu achei que ela pudesse me explicar.

Eu cheguei até a cama dela sem nenhum problema e eu estava para acordar ela quando eu resolvi dar uma olhada para ver se a aparição ainda estava lá (eu ia me sentir um completo idiota se ela acordasse e não tivesse nada lá). Ela ainda estava em pé lá, do mesmo jeito que estava antes, só que dava para perceber que o rosto dela estava virado para onde eu estava agora. Mesmo não conseguindo ver os olhos dela, eu sabia que ela estava me olhando. Ela estava me olhando desde que eu tinha saído da minha cama até chegar na cama da minha irmã. Isso me deixou apavorado mesmo, quase que em estado de choque. A única coisa que eu consegui fazer foi pular para a minha cama de novo e entrar embaixo das cobertas, de novo. Eu nem cheguei a acordar a minha irmã, e eu realmente me arrependo disso até hoje. Ela ia ver aquilo com os próprios olhos, e eu deixei isso escapar por causa do meu medo.

Eu fiquei embaixo das cobertas por muito tempo, todo encolhido e tremendo. A minha mãe depois de um tempo veio para o meu quarto para me perguntar porque eu estava demorando tanto para me levantar, e porque eu estava todo enrolado no cobertor. Quando eu coloquei a cabeça para fora do cobertor Não tinha mais nada lá, só a minha mãe na porta do quarto e a minha irmã ainda dormindo. Eu nunca mais vi a minha visitante matinal.


Roberto - S.P.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Guns N' Roses - Stranged (Música)


LETRA

Estranged

When you're talking to yourself
And nobody's home
You can fool yourself
You came in this world alone...(alone)

So nobody ever told you baby, how it was gonna be
So What'll happen to you baby?
Guess we'll have to wait and see
...one, two....

Old at heart. But I'm only 28
And I'm much too young to let love break my heart
Young at heart. But it's getting much too late
To find ourselves so far apart
I don't know how you're supposed to find me lately
And what more could you ask from me?
How could you say that I never needed you
When you took everything
Said you took everything from me...

Young at heart. And it gets so hard to wait
When no one I know can seem to help me now
Old at heart. But I mustn't hesitate
If I'm to find my own way out
Still talking to myself. And nobody's home.....(alone)

So nobody ever told us baby, how it was gonna be
So What'll happen to us baby?
Guess we'll have to wait and see

When I find all of the reasons
Maybe I'll find another way
Find another day
With all the changing seasons of my life
Maybe i'll get it right next time
And now that you've been broken down
Got your head out of the clouds
You're back down on the ground
You don't talk so loud, and you don't walk so proud
Anymore. and what for?

Well I jumped into the river
Too many times to make it home
I'm out here on my own
Drifting all alone
If it doesn't show
Give it time to read between the lines
'Cause I see the storm is getting closer
And the waves, they get so high
Seems everything we've ever known is here
Why must it drift away and die?

I'll never find anyone to replace you
Guess I'll have to make it through
This time, oh this time, without you
I knew the storm was getting closer
And all my friends said I was high
But everything we've ever known's here
I never wanted it to die
TRADUÇÃO

Alienado

Quando você fala consigo mesmo
E não há ninguém em casa
Você pode se enganar
Você veio a este mundo sozinho... sozinho

Então ninguém nunca te disse, baby como seria isto
Então o que vai acontecer a você, baby
Vejo que teremos que esperar e ver
Um, Dois...

Velho de coração, mas eu tenho apenas 28
E eu sou jovem demais para deixar o amor partir meu coração
Jovem de coração, mas está ficando muito tarde
Para nos achar tão separados
Eu não sei como você supunha me encontrar depois
E o que mais você poderia querer de mim
Como você pode dizer que eu nunca precisei de você?
Quando você tomou tudo
Digo que você tomou tudo de mim...

Jovem de coração e se torna tão difícil esperar
Quando ninguém que eu conheço parece poder me ajudar agora
Velho de coração, mas eu não devo hesitar
Se eu encontrar minha própria saída
Continuo falando comigo e não tem ninguém em casa...(sozinho)

Então ninguém nunca nos contou, baby Como seria isto
Então o que acontecerá conosco, baby
Vejo que teremos que esperar e ver

Quando eu encontrar todas as razões
Talvez eu encontre um outro jeito
Encontre um outro dia
Com todas as mudanças de estações da minha vida
Talvez eu faça certo da próxima vez
E agora que você esteve por baixo
Tire sua cabeça das nuvens
Você está de volta ao chão
E você não fala tão alto e você não anda tão orgulhosa
Não mais, e para que?

Bem, eu pulei no rio
Vezes demais para fazer dele um lar
Eu estou sozinho aqui fora,
naufragando completamente sozinho
Se não parece,
dê um tempo para ler nas entrelinhas
Porque eu vejo a tempestade se aproximando
E as ondas, elas se tornaram tão altas
Parece que tudo o que sempre soubemos está aqui
Porque isto deveria derivar e morrer?

Eu nunca vou achar ninguém para te substituir
Vejo que terei que superar isso, dessa vez
Dessa vez...Sem você
Eu sabia que a tempestade estava se aproximando
E todos os meus amigos diziam que eu estava alto
Mas tudo o que sempre soubemos estava aqui
Eu nunca quis que isso morresse
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Stan Lee


Stanley Martin Lieber (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922) é um escritor, editor, publicitário, ator, produtor e personalidade de televisão norte-americano, que, com vários artistas e co-criadores — especialmente Jack Kirby e Steve Ditko — introduziu personagens complexas e um universo compartilhado entre heróis de histórias em quadrinhos (ou banda desenhada). Seu sucesso ajudou a transformar a Marvel Comics de uma pequena publicadora para uma grande corporação multimídia.

Entre suas maiores criações estão, os X-Men, o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, o Incrível Hulk, Thor, o Homem de Ferro e o Capitão América.


INÍCIO DA CARREIRA

Stan Lee nos anos 70
Na adolescência, Lee trabalhou para os publicadores Martin Goodman na Timely Comics, que mais tarde tornaria-se a Marvel Comics. Goodman era casado com a prima de Lee. Seu primeiro trabalho publicado foi uma página para preencher texto assinada com o nome Stan Lee, que apareceu na revista do Capitão América em 1941. Stanley usou o nome "Stan Lee" porque sonhava um dia escrever o maior de todos os livros do país e não queria seu verdadeiro nome associado às histórias em quadrinhos. Ele logo passou a escrever histórias de fato, tornando-se o editor mais novo no campo de trabalho com 17 anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Lee alistou-se no Exército dos Estados Unidos e serviu na parte de comunicação, escrevendo manuais, slogans, filmes de treinamento e ocasionalmente desenhando. Após a Segunda Guerra Mundial, Lee voltou para a sua posição na qual tornaria-se a Marvel Comics. Naquela época, um campanha de decência liderada pelo psiquiatra Dr. Frederic Wertham e pelo Senador Estes Kefauver culpava as revistas de histórias em quadrinhos por corromper os jovens leitores com imagens violentas e sexuais. As empresas de HQ responderam com a organização de um sistema de controle interno, e eventualmente adotaram o estringente Comics Code Authority.

Permanecendo na Timely/Marvel pela década de 1950, Lee escreveu histórias de vários gêneros, como romance, faroeste, e ficção científica leve. No fim da década, ele ficou insatisfeito com sua carreira e pensou em sair da área.


REVOLUÇÃO DA MARVEL

No fim da década de 1950, a DC Comics deu uma reanimada no gênero dos super-heróis e teve sucesso significativo com o super time da Liga da Justiça da América. Em resposta, Martin Goodman, o publisher (chefe editorial) da Marvel, deu a Lee a tarefa de criar um time de super-heróis novo. A esposa de Lee o alertou para experimentar histórias que ele preferia já que a ameaça de ser demitido não importava. Ele agiu sob este conselho, e, de repente, a carreira de Lee mudou completamente.

Lee com a ajuda de Jack Kirby, deu a seus novos super-heróis sentimentos mais humanos, uma mudança de seus outros heróis que eram tipicamente escritos para pré-adolescentes. Seus heróis tinham um temperamento ruim, ficavam melancólicos, cometiam erros humanos normais. Preocupavam-se em pagar suas contas e impressionar suas namoradas, e às vezes ficavam até doentes fisicamente. Os super-heróis de Lee capturaram a imaginação dos adolescentes e jovens adultos, e as vendas aumentaram drasticamente.


O grupo de super-heróis que Lee e Jack Kirby produziram foi a família de super-heróis conhecida como O Quarteto Fantástico que por sua vez já tinha sido escrito por Lucas Axt e Victor Giulio. Sua popularidade imediata fez com que Lee e os ilustradores da Marvel produzissem vários novos títulos. Lee criou o Incrível Hulk, o Homem de Ferro, Thor e os X-Men com Kirby; Demolidor (Daredevil) com Bill Everett; Doutor Estranho e o personagem de maior sucesso da Marvel: o Homem-Aranha, criado com Steve Ditko.

Pela década de 1960, Lee escreveu, coordenou a arte e editou a maior parte das séries da Marvel, moderou as páginas de cartas e escreveu uma coluna mensal chamada "Stan's Soapbox", escreveu muito material promocional, sempre assinando com a frase que é sua marca registrada: "Excelsior!".


CARREIRA POSTERIOR

Nos últimos anos, Lee tornou-se um ícone e a cara pública da Marvel Comics. Ele faz aparições em convenções de histórias em quadrinhos pelos EUA, palestrando e participando em discussões. Ele também mudou-se para a Califórnia em 1981 para desenvolver as propriedades de televisão e filme da Marvel.

Lee também apareceu em Os Simpsons e fez a voz de um personagem na série animada produzida pela MTV do Homem-Aranha. Durante a revolução ponto com da Internet, ele criou o StanLee.net, que pertencia a uma companhia separada e administrada por outros que tinha como conceito misturar animação online com tiras de quadrinhos tradicionais, mas infelizmente a companhia ficou conhecida pela sua administração mal-feita e irresponsabilidade financeira.

Na década de 2000, Stan Lee fez seu primeiro trabalho para a DC Comics, lançando a série Just Imagine… ("Apenas Imagine…"), na qual Lee reimaginava vários super-heróis incluindo Superman, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Flash. Lee também criou a série animada para adultos Stripperella para a Spike TV (vai ao ar no Brasil pelo Multishow) e em 2004 anunciou planos para colaborar junto com Hugh Hefner em uma série animada das coelhinhas da Playboy.

Em agosto de 2004, Lee anunciou o lançamento da "Stan Lee's Sunday Comics", para serem hospedadas pelo Komicwerks.com, onde assinantes mensais poderão ler uma nova e atualizada história todo domingo. A Stan's Soapbox voltará como uma coluna semanal junto da tira de domingo.

Ele ainda aparece como motorista de ônibus no episódio "Perigo de Morte" do seriado norte-americano Heroes. Em 2006 Stan criou e participou do reality show Who Wants to Be a Superhero?. Em Abril de 2008, na New York Comic Con, a Viz Media anunciou que Lee e Hiroyuki Takei estava colaborando no mangá Karakuridōji Ultimo, da empresa-mãe Shueisha. Em 2009 criou junto com Tamon Ohta e o estúdio Bones o anime Heroman.
Em 2010 apareceu no episodio 16 do terceiro ano da serie The Big Bang Theory interpretando ele próprio.


APARIÇÕES NO CINEMA E NA TV

Stan Lee em "Os Simpsons"
Stan Lee apareceu como personagem nas cenas de muitos filmes de super-heróis (mas não todos os filmes); baseados nos personagens da Marvel Comics que ele ajudou a criar. Ele é atualmente o ator 22 classificado em termos das receitas de bilheteira graças à sua aparições em filmes da Marvel.
  • No filme O Julgamento do Incrível Hulk (1989), Lee fez sua primeira aparição em um filme da Marvel;na qual ele é um jurado no julgamento do Dr. Bruce Banner.
  • No filme Mallrats (1986) (Barrados no Shopping ou Os Malucos do centro) aconselhando Brodie.
  • No filme X-Men (2000), Lee aparece como um vendedor de hotdog na praia, quando o senador Robert Kelly aparece nu na praia depois de escapar do mutante Magneto.
  • Em Homem-Aranha (2002), ele aparece durante a primeira batalha do Homem-Aranha contra o Duende Verde, puxando uma menina longe dos destroços de um prédio.
  • Em Demolidor (2003), Matt Murdock, ainda criança,não deixa Stan Lee atravessar a rua para não ser atropelado por um ônibus.
  • Em Hulk (2003), ele aparece andando ao lado do ex-Hulk da série de TV, Lou Ferrigno em uma cena inicial, como guarda de segurança no laboratório de Bruce Banner. Foi seu primeiro papel falando em um filmes baseados em um de seus personagens.
  • Em Homem-Aranha 2 (2004), Lee puxa novamente uma pessoa inocente, longe do perigo durante a primeira batalha do Homem-Aranha contra o Doutor Octopus.
  • Em Quarteto Fantástico (2005), Lee aparece pela primeira vez como um personagem dos quadrinhos, em um papel creditado como Willie Lumpkin, o carteiro que recebe o Quarteto Fantástico quando eles entram no edifício Baxter.
  • Em X-Men: O Confronto Final (2006), Lee e Chris Claremont aparecem como dois dos vizinhos de Jean Grey na cena de abertura do conjunto há 20 anos. Lee, creditado como "homem da mangueira", é molhado no gramado quando Jean usa sua telecinese redireciona a água da mangueira para o ar.
  • Em Homem-Aranha 3 (2007), Lee aparece em um papel creditado como "homem da Times Square". Ele fica ao lado de Peter Parker, ambos lendo um boletim de notícias e logo depois comenta a Peter:"Você sabe, eu acho que uma pessoa pode fazer a diferença no carater de outra pessoa".
  • Em Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007), Lee aparece como ele mesmo no primeiro casamento de Reed Richards e Susan Storm, sendo afastado por um guarda de segurança por não estar na lista de convidados. Em Fantastic Four Annual # 3 (1965) ,acontece a mesma coisa, em que Lee e Jack Kirby são igualmente barrados.
  • Em Homem de Ferro (2008), Stan Lee (creditado como "Si") aparece em uma festa de gala com três mulheres loiras, onde Tony Stark o confunde com Hugh Hefner. Na versão teatral do filme, Stark simplesmente cumprimenta Lee como "Hef" e move-se sem ver a cara de Lee, uma outra versão da cena foi filmada quando Stark percebe seu erro, mas Lee gentilmente responde: "Tudo bem, eu sou confundido assim o tempo todo."
  • Em O Incrível Hulk (2008),Stan Lee aparece como um cidadão infeliz que acidentalmente ingere um refrigerante misturado com o sangue de Bruce Banner, que levou à descoberta da localização do Dr. Banner em uma fábrica de engarrafamento no Brasil.
  • Em Homem de Ferro 2 (2010), durante a Expo Stark, Lee, vestindo suspensórios e uma camisa colorida brilhante e gravata, é cumprimentado por Tony Stark em "Larry King".
  • Em The Big Bang Theory (2010), Stan Lee aparece em sua própria casa sendo visitado por Sheldon, num episódio da 3ª temporada onde Sheldon perde o dia de autógrafos e Penny consegue o endereço de Lee para que Sheldon conseguisse o autografo.
  • Em Thor (2011), Stan Lee interpreta o velhinho que dirige a camioneta que tenta arrancar o martelo de Thor do fundo da cratera.
  • Em The Super Humans of Stan Lee, onde ele é o apresentador.
  • Em Capitão América: O Primeiro Vingador,Lee aparece como um militar numa entrega de medalha para o Capitão América,que não compareceu,Stan confundiu o mensageiro que deu a notícia,com o Capitão América,dizendo:"Pensei que ele fosse mais alto!".

sábado, 22 de outubro de 2011

Curiosidades #30

Se você conseguisse dirigir seu carro na vertical em uma média de 65km/h, levaria apenas 1h para chegar ao espaço.

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Em 1993, o então prefeito César Maia decidiu por conta própria manter o horário de verão no Rio de Janeiro.

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O primeiro país a usar o horário de verão foi a Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial.

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Pelé marcou 1281 gols em 1375 jogos.

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Não irmptoa a odrem das ltares em uma pvalraa praa o enmntdeniteo e sim a pirierma e uimtla lrates ertaesm ceratrs.

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A cadeira foi inventada em 2.500 A.C.

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Os Maias acreditavam que o fim do mundo seria em 12 de outubro de 4772. Em 2012 só ocorreria uma mudança.

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Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Nottingham Trent, loiras tingidas fazem mais sexo que outras mulheres.

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Em Vênus, 1 ano dura 243 dias.

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Uma galinha bota em média 300 ovos por ano.

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Rhinotillexomania é o ato de cutucar o nariz.

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Vacas conseguem subir escadas, mas não conseguem descer.

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Até os 5 anos de idade você recebeu em média 100 mil nãos.

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Em média, 28 milhões de pessoas comem no McDonald´s, todos os dias.

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Pesquisas apontam que, quem usa twitter se masturba mais.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Elvis não morreu

Local da foto: Atibaia, São Paulo         País: Brasil 

Fotografia tomada por Rodrigo Luis Fortuna na cidade de Atibaia, em 2001.
Ela foi enviada por seu irmão, Rhyan C. Fortuna, participante do Fórum da STR.
No centro da imagem está o que parece ser um homem de paletó azul,
mas Rodrigo Fortuna não se lembra de nenhuma pessoa presente.

Comentário:  O fotógrafo diz que não havia ninguém, mas o fantasma está bem centralizado na imagem. Seria uma indicação de fraude? Talvez, mas a imagem não é uma fraude. Basta olhar para a construção ao fundo e à direita, e notar que também está pintada no mesmo tom de azul do que parece o paletó da “entidade”.

Nosso “Elvis” fantasma é um efeito de luz e sombra, das paredes da casa ao fundo vistas através da cerca branca. É uma ilusão chamada pareidolia.

Com agradecimentos a Rodrigo e Rhyan Fortuna pela interessante imagem.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pérolas do Google Street View #06

Ou a festa foi muito boa, ou foi muito ruim

- ACORDAAAA MENINOOO

Pomba VS Onibus

Google tb paga pedagio.



Fecha o ziper rapazz


ACORDA CAMBADA! VAMO VARRER!

Aposto 10 reais que ele vai pisar na poça e se fuder.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Relatos Paranormais - Acompanhante Noturno

"Os fenômenos sobrenaturais sempre estão à nossa volta, só falta o momento certo para se manifestarem!"

Primeiramente gostaria de dizer que até este acontecimento eu jamais tinha visto ou ouvidoi nada estranho.
Até costumo brincar dizendo que sou uma cega e surda espiritual. Já meu irmão viu um montão de coisas estranhas.

Pois bem. Meu marido, meu filho e eu fomos passar o carnaval em Cabo Frio com meus irmãos.

Uma bela noite, fiquei sozinha em casa. Corria tudo normal quando em certo momento tocou a campainha da casa.

A noite estava linda e a lua iluminava todo o caminho até o portão. Acontece que ao lado dele, havia uma árvore que deixava o local nas sombras. Quando estava a meio caminho de lá, meu irmão, que tinha tocado a campainha lembrou que estava com a chave e entrou. Veio ele andando na frente, minha irmã atrás, o marido dela depois e, por fim, uma figura que deu para perceber que era feminina e que tinha cabelos compridos, pela cintura.

Eu pensei que era a Ana Lúcia, uma amiga nossa, que tinha um lindo cabelo comprido. Meu irmão chegou até onde eu estava e voltei conversando com ele. Minha irmã e meu cunhado passaram por mim, mas não vi a Ana passar e me virei para cumprimentá-la. Quando me virei... não tinha ninguém lá.

Então eu perguntei ao meu irmão: Cadê a Ana? ao que ele respondeu que não sabia dela, que ela não estava com eles. Naquele momento eu me lembrei de uma coisa. A Ana havia cortado o cabelo pelos ombros, e aquela pessoa que havia entrado com meu irão pelo portão não poderia ser ela, e ao mesmo tempo havia desaparecido. 

Quem seria a tal mulher que entou pelo portão junto deles então?
De onde veio, para onde foi e o que ela queria seguindo a todos?


Fiquei assustada com aquilo, sendo que esse fato até agora foi a primeira e única coisa estranha que vi em minha vida, e pretendo que continue assim.
Meu irmão até brincou comigo: Agora você já sabe como eu me sinto.


Obrigada por lerem o meu relato.


Enviado por "Anna"

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Frases de Auto-Ajuda #22

A cada falha que corrigimos ganhamos aprendizado, experiência e confiança. - Fernando Bonfim

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A profundidade dos seus alicerces determinará o nível de sua capacidade para recomeçar! - Flávio Luz

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Não existe tempo que cure, nem tempo que responda o enigma de viver... O tempo apenas segue com os dias, mostrando que a cura está dentro de você, junto com a resposta que nos levará sempre a uma nova pergunta ao amanhecer. - André Lima Vieira De Almeida

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Não existe uma única forma de viver, somos galhos independentes de uma única raiz, frutos que geram sementes e criam novos caminhos, mas existirá sempre uma única origem... que é vivido apenas por aqueles que plantam no presente a raiz do passado em sua nova semente. - André Lima Vieira De Almeida

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Sabedoria não compartilhada não vale de nada. - Jalison Kleyk

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Eu faço da dificuldade a minha motivação.

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Muitos confundem coleguismo com amizade, saiba distinguir os dois e sofrera menos. - Fernando Bonfim

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Quando não se tem se inventa. - Jalison Kleyk

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O impossível pode ser possível desde que você acredite. - Jalison Kleyk

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Seremos o que queremos ser, pois todo o esforço dedicado a uma causa justa, que não pise no semelhante, é abençoado pelas Mãos Divina. - Tiago Nogueira Barros
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Christopher Reeve


Christopher D'Olier Reeve (Nova Iorque, 25 de setembro de 1952 — Mount Kisco, 10 de outubro de 2004) foi um ator e realizador de cinema estadunidense. Seu papel mais famoso foi como o Super-Homem, numa série de quatro filmes. Após sofrer um acidente a cavalo, passou a liderar uma campanha pela legalização de pesquisas com células-tronco. Faleceu de uma grave infecção, em virtude do seu estado de saúde.


BIOGRAFIA

Christopher Reeve no papel do Super-Homem
Chris Reeve tornou-se famoso ao protagonizar o papel de Superman no cinema, mas já era ator desde os 14 anos de idade, tendo estudado em prestigiadas escolas de artes cênicas. Iniciou sua carreira com pequenas participações no teatro e na televisão, obtendo seu primeiro bom papel em Alerta Vermelho: Netuno Profundo, em 1977. Mesmo tendo participado de outros bons filmes, como Em Algum Lugar no Passado e Vestígios do Dia, nunca conseguiu se livrar do estereótipo do Homem de Aço.

Acidente

Em 27 de maio de 1995, um acidente (queda de um cavalo) o tornou tetraplégico devido a fratura nas suas duas primeiras vértebras cervicais. Um ano depois, foi aclamado em pé na cerimônia do Oscar. A partir daí passou a lutar por pesquisas com células-tronco e criou a Christopher Reeve Paralysis Foundation, visando a melhorar a condição de vida de pessoas como ele, vítimas de algum tipo de paralisia. Em 27 de janeiro de 1996, foi condecorado com a Ordem Bernard O'Higgins, como reconhecimento à defesa pública que fez dos actores chilenos durante a ditadura de Pinochet. Em setembro de 2003, ganhou o Prêmio Lasker, conhecido como o Nobel estadunidense.

Morte

Morreu a 10 de outubro de 2004, vítima de um infarto causado por uma infecção. Era casado desde 11 de abril de 1992 com a atriz Dana Reeve, que conhecera a 30 de junho de 1987 em Williamstown. Dana, desde o acidente de Christopher, dedicou-se exclusivamente a cuidar do esposo, uma tarefa que se provou laboriosa devido à gravidade de sua condição médica.

Christopher Reeve após o acidente
Ela também veio a morrer, a 6 de março de 2006, vítima de um câncer pulmonar. Desta união nasceu um filho, Will. Christopher tinha mais dois filhos, Matthew e Alexandra, frutos de uma relação anterior de dez anos (1977-1987) com a modelo inglesa Gae Exton. Seu último filho, Will, foi adotado pelo ator Robin Williams, com quem Christopher foi sempre muito amigo, no início da carreira de ambos, Christopher fez mais sucesso e ajudou Robin, que após o acidente começou a retribuir a antiga ajuda, e com a morte de Christopher e logo após a morte de Dana, Robin adotou Will e o cria hoje como se fosse seu próprio filho.


CARREIRA NO CINEMA E NA TELEVISÃO

Christopher Reeve em Smallville
  • 2002 - Smallville (dois episódios - Dr. Swann)
  • 1998 - The Toughest Break: Martin's Story (TV - narrador)
  • 1998 - Janela Indiscreta - (Rear Window (filme 1998)) (TV)
  • 1996 - Without Pity: A Film About Abilities (TV - narrador)
  • 1996 - A Step Toward Tomorrow
  • 1995 - Raposa Negra 2 - O Preço da Paz (Black Fox: The Price of Peace) (TV)
  • 1995 - Raposa Negra - Torturado pelo Ódio (Black Fox: Good Men and Bad) (TV)
  • 1995 - Black Fox - A Raposa Negra (Black Fox) (TV)
  • 1995 - Sem Suspeita (Above Suspicion)
  • 1995 - A Cidade dos Amaldiçoados (Village of The Damned)
  • 1994 - Apenas Bons Amigos (Speechless)
  • 1993 - Morning Glory (TV)
  • 1993 - Vestígios do Dia (The Remains of the Day)
  • 1993 - O Lobo do Mar (The Sea Wolf) (TV)
  • 1992 - Pesadelo do Passado (Nightmare in the Daylight) (TV)
  • 1992 - Segredos Mortais (Mortal Sins) (TV)
  • 1992 - Impróprio para Menores (Noises Off...)
  • 1991 - Death Dreams (TV)
  • 1991 - Busca Desesperada (Bump in the Night) (TV)
  • 1990 - Earthday Birthday
  • 1990 - Guerra de Paixões (The Rose and the Jackal) (TV)
  • 1988 - The Great Escape II: The Untold Story (TV)
  • 1988 - Troca de Maridos (Switching Channels)
  • 1987 - Superman IV: Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest for Peace)
  • 1987 - Armação Perigosa (Street Smart)
  • 1985 - Anna Karenina (Anna Karenina) (TV)
  • 1985 - The Aviator
  • 1984 - Os Bostonians (The Bostonians)
  • 1983 - Superman III (Superman III)
  • 1983 - O Teatro Dos Contos de Fadas- A Bela Adormecida (Faerie Tales Theatre- Sleeping Beauty) (TV)
  • 1982 - Monsenhor (Monsignor)
  • 1982 - Armadilha Mortal (Deathtrap)
  • 1980 - Em Algum Lugar do Passado (Somewhere in Time)
  • 1980 - Superman II: A Aventura Continua (Superman II)
  • 1979 - The Muppets Go Hollywood (TV)
  • 1978 - Superman: O Filme (Superman)
  • 1978 - SOS Submarino Nuclear (Gray Lady Down)

domingo, 16 de outubro de 2011

7 dicas para disfarçar um peido

Nem preciso explicar. Soltaste AQUELE violento e não quer passar vergonha na frente dos amigos ou da gatinha. Lá vão as dicas para essa hora em que as coisas não estão cheirando nada bem:


1. SEJA O PRIMEIRO A NOTAR

“Nossa, que FEDOR, mano. O que foi que aconteceu aqui? Quem fez ISSO?”

Essa funciona pelo seguinte: quem peida não quer que ninguém note o peido. Assim que você chama a atenção para ele, as suspeitas sobre você desaparecem porque chamando a atenção para o peido, você agiu como uma pessoa normal, indignada com ele, agiria. Mas ATENÇÃO: é para ser sincero com seu olfato. É para reclamar do peido assim que você sentir. Não sai peidando e reclamando ENQUANTO você peida hein! Que aí é suspeito demais. Imagina se você PEIDA, pensa que vai FEDER, daí você RECLAMA – e não fede? A galera vai ficar ligada que você é que nem o Regis Rosing na hora de acertar o gol no Globo Esporte: tenta várias vezes até atingir o efeito desejado.


2. SEJA O SEGUNDO A NOTAR

Não conseguiu reclamar antes daquele verdadeiro PASTOR ALEMÃO que tem na sua turma? O cara sentiu o cheiro e já saiu reclamando? Calma! Não se desespere. Você tem que proceder da seguinte forma: diga “PUTAQUEOPARIU, É MESMO HEIN! Maluco tá PODRE aqui hein!”

Essa é bacana também, porque ficar quietinho demais, mesmo depois de alguém já ter sacado o peido, é suspeito. Esse é um truque que nunca dá certo: fingir que não sentiu o cheiro. Vamos falar dele no próximo tópico.


3. NOTE, NÃO IMPORTA A HORA


Exato. É um erro de AMADOR fingir que não tem um peido no ar. Se você faz isso, você nem merecia estar peidando. Nem devia ter comido aquela Torta Holandesa que te deixou nessa SITUAÇÃO, camarada. Se você fingir que não está sentindo nada, a galera vai sacar que seu interesse é fazer com que eles pensem que o peido é uma ilusão. O peido não é uma ilusão, o peido é um fedor. Vais ser acusado na hora, canalha.


4. NÃO DISPARE UM DESODORANTE NO AR

Já vi isso acontecendo. Já fiz isso, aliás. Você solta AQUELE gás, daí pensa “Vou fingir que tô passando um desodorante para disfarçar o cheiro.” Ideia idiota, pelo seguinte: o efeito do desodorante é algo feito para durar, dependendo da marca, de 8 até 24 horas.

Então quando você dá uma sprayzada do seu desodorante favorito no ar contaminado pelo peido, você está misturando as moléculas do desodorante às moléculas do peido, tornando elas vivas na atmosfera por pelo menos 8 horas. Serão 8 horas sentindo cheiro de peido.


5. VEDE

Se você estiver no quarto com sua namorada, o lance é VEDAR o peido com o edredon. É bem simples e bastante funcional. Você se deita na cama, e se fecha como uma larva dentro dum casulo antes de virar uma borboleta. Daí você solta o gás. Mas tome cuidado para vedar MESMO, não deixar passagem de ar nenhuma, nem ali nos pés. Esse truque é normalmente muito funcional e você não vai passar constrangimentos perto da sua princesa.

A taxa de sucesso é de 99%.

E o que é o 1%? Por experiência própria, sei que às vezes esse método falha. Dependendo da FORÇA do peido, ele pode ULTRAPASSAR o tecido que compõe seu casulo de fedor, e chegar ao nariz da sua princesa. Mas é raro.


6. MORRA

É de conhecimento popular que um cadáver peida involuntariamente. Se você peidar e conseguir morrer depois disso, podem pensar que você peidou só após morrer. Prós: mesmo que pensem que você peidou antes, vão ignorar isso. Contras: você está morto.


7. NEGUE ATÉ O FIM

Se nada disso deu certo, o lance é negar. Você NÃO peidou, pronto e acabou. Mas saca só: não pode rir. Ficar de “HAHAHA NÃO FUI EU, EU JU- HAHAHA EU JURO!” não vai ajudar em nada. Você tem que negar um peido como quem nega um homicídio. Você vê, o OJ Simpson tá solto aí até hoje. Vê se ele RIU durante o julgamento?

Sei que há alguma mudança química em nosso cérebro, que quando recebe um sinal do corpo dizendo que peidou, simplesmente ri como se tivesse vendo mil tombos do Cosmo Kramer de uma vez só, mas você tem que ter controle. Vamos praticar alguns exercícios que bloqueiam a vontade de rir. Pense: “Eu não peidei e minha mãe está com câncer!”, “Eu não peidei e minha namorada me passou AIDS!”, “Eu não peidei e essa galera vai achar que eu peidei se eu não segurar o riso!”

Boa sorte, amigos do Blog.

Adaptado de Badalhoca.

sábado, 15 de outubro de 2011

Curiosidades #29

A maioria dos twiteiros dão FF (Folow Friday) em varios dias da semana, e não só na sexta.

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Os homens transpiram 40% mais que as mulheres.

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Quando não há ninguem vendo, 47% das pessoas bebem agua/refrigerante diretamente da garrafa.

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5% de todos os adultos são sonambulos.

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Optofobia é o medo de abrir os olhos.

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Charlie Sheen recebia US$ 1,25 milhões por episódio, Jon Cyrer (Alan) - US$ 500 mil e Angus T. Jones (Jake) US$ 250 mil.

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Justin Bieber consegue resolver um cubo magico em 2 minutos.

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Estrelas do mar não tem cérebro.

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Uma barata pode sobreviver 9 dias sem sua cabeça até morrer de fome.

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Hamartofobia é o medo do pecado.

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Os antigos romanos consideravam a prostituição como um bem social.

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Ficar por varias horas sem comer, e depois se alimentar em excesso de tudo que nao comeu no dia, é prejudicial a saúde.

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Você deve se alimentar de 3 em 3 horas.

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Em uma vida, no minimo 3 baratas já andaram pelo seu corpo, enquanto você estava dormindo.

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40% das crianças menores de 9 anos, acessam a internet sem a presença dos pais.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Blééé

Local da foto: Atibaia, São Paulo         País: Brasil

Fotografia partilhada por “Mintra” no Fórum da STR:
“Minha mãe tirou esta foto faz um tempo (dado importante: foi a última do filme…) … Esse moleque NÃO estava neste lugar na hora da foto. Perceba a posição da parede, está próxima do piano. não tem como aquele garoto estar ali. E não, não estou brincando. Isto não é montagem nem nada.”

Comentário:  A imagem não é de um menino pendurado em algum lugar. A parede à direita está mesmo bem próxima, e não deve haver espaço para que uma criança fique pendurada de lado. Também não é um fantasma. É algo mais interessante.

Veja parte do piano através do garoto na imagem ao lado, na seta direita. Vemos o canto do piano através do garoto porque ele é transparente. Talvez fantasmas sejam transparentes, mas uma outra explicação é que a imagem é uma dupla exposição.

Quando se fotografa uma segunda vez, sobre o mesmo filme, apenas se adiciona luz a certas partes da imagem. Isso pode criar um efeito de transparência. O detalhe importante é que as partes escuras da segunda exposição estarão completamente transparentes. Na imagem processada acima, podemos ver que através dos cabelos negros do garoto, vêem-se as partes claras ao fundo. Apenas as partes mais claras do garoto são “sólidas”.


Sabendo disso, podemos ver agora que todo o pescoço, e parte do queixo do garoto, que têm a parede branca ao fundo na outra imagem, estão mais claros.

É apenas uma dupla exposição, a imagem de um garoto em um quarto escuro, fotografado com flash, sobre a imagem da sala com o piano.


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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Relatos Paranormais - A Voz no Forro


"O que a história de um lugar antigo e abandonado pode guardar? Que segredos habitam os locais mais remotos e esquecidos? Será que as memórias de um lugar atraem moradores de outra dimensão, servindo como moradores desses locais desolados, e que se sentem presoa à história que ali é contida?"

Os fatos a seguir ocorreram justamente em um desses locais!

Havia uma enorme casa de fazenda, até que foi demolida há alguns anos atrás, no meio de um terreno de três acres em uma cidade do interior de Minas Gerais. Na época, esse terreno pertencia aos avós da minha esposa, que o compraram na primavera de 1982 com a intenção de construir uma casa em uma das pontas norte do terreno, onde tinha a estrada.
A casa foi construída, o terreno foi cercado e o resto do terreno ficou para os cavalos que eles tinham.
Depois de pensarem na idéia de reformar a velha casa de mais de sessenta anos, e transformarem ela em uma casa de hóspedes, eles simplesmente decidiram usá-la como depósito.

No verão de 1997, a minha esposa e eu recebemos um convite dos seus avós para passar alguns dias na sua casa no sítio, então fizemos as nossas malas e partimos de Juiz de Fora para uma viagem de três horas, ansiosos por passar um fim de semana em um lugar calmo, rústico e relaxante.

Só para deixar claro, eu sempre tive uma fascinação pelo paranormal, mas o meu interesse é focado nos aspectos mais mundanos do paranormal: livros e filmes de terror e suspense e os ocasionais documentários de TV.
A minha esposa Larissa, por outro lado, sempre teve um interesse mais sério e ativo no assunto, e como resultado do seu passado de "caça fantasmas", ela tem uma coleção de fotos que ela mesma tirou de espíritos para complementar a sua audioteca de FVE (Fenômeno das Vozes Eletrônicas, ou EVP em inglês).

O fenômeno de fotos de fantasmas --uma coisa que esta por ai desde a invenção da própria câmera fotográfica-- é algo que, para a minha mente prática e racional, pode ser facilmente confundido com a dupla exposição acidental (ou não) do filme, o reflexo da luz, pingos de água nas lentes da câmera, enfim, um monte de coincidências.
Mas o que realmente me chama a atenção, são as gravações que ela (Larissa) tem.
Algumas das anomalias que eu ouvi nas fitas podem facilmente ser algo terreno confundido com algo paranormal, mas ainda há algumas que mesmo uma mente racional tem que admitir que está além da compreensão e de uma explicação plausível.
Enfim, apesar de ter lido e ouvido sobre essas ocorrências, eu nunca tive nenhuma experiência pessoal com o paranormal. Não até aquele fim de semana que eu e a minha esposa passamos na casa dos avós dela, em 1997.

Nós chegamos na cidadezinha na sexta-feira à noite, e após conversar um pouco e depois de algumas xícaras de café com os avós dela, decidimos ir para o quarto.
Eu estava deitado na cama falando com Larissa, ainda não conseguindo dormir, e é claro que o nosso papo acabou se voltando para a velha casa a apenas uns 50 metros de onde estávamos.
Era a primeira vez que eu ia lá, e estava completamente seduzido tanto quanto pela aparência antiga e a beleza decrépita da velha casa, quanto pelo seu ar de tristeza e melancolia.
Eu falei para a Larissa como ela parecera assustadora sob a luz da lua cheia quando nós chegamos, e como seria o cenário perfeito para uma das histórias de assombração que eu gostava tanto de ler nas noites escuras de inverno.

Eu perguntei como era por dentro, mas ela me falou que não sabia, ela nunca tinha entrado.
Eu achei isso estranho, a minha esposa tinha um apetite voraz por tudo o que parecia assustador.
Era normal ela desbravar cemitérios e outros locais com potencial de assombração à noite armada apenas de uma lanterna, um gravador e uma câmera fotográfica.
A resposta dela foi simples: "O meu avô nunca me deixou entrar. Ele tem medo que o teto desabe em cima de mim".
Com isso, a minha curiosidade foi saciada. Mas no café da manhã, na manhã seguinte, a pequena sementinha de curiosidade que eu tinha plantado na cabeça da Larissa, estava agora viva e crescida, com vontade de ser saciada e ela comentou o assunto com o avô dela. 

"É um lugar perigoso, tem morcegos no forro e eu não quero você xeretando lá dentro". Isso era tudo que ele estava disposto a falar sobre a casa, e mudou rapidamente o assunto perguntando se gostaríamos de andar de cavalo depois do café da manhã.
Vocês teriam que conhecer a minha mulher para saber como isso não iria acalmar a curiosidade dela, e como ela pode ser insistente quando quer algo para entender a minha surpresa quando ela simplesmente esqueceu do assunto.

Uma hora depois, indo para o estábulo para um passeio de cavalo pela manhã, ela olhou para mim com um brilho nos olhos e me falou que nós iríamos investigar a casa velha, assim que o avô dela fosse para a cidade para fazer as compras. Eu recebi isso como alguém que acaba de ser informado que vai ter um dente arrancado, mas eu sabia que não ia adiantar contrariar ela e simplesmente concordei, afinal era melhor do que deixar ela ir sozinha.
A última coisa que eu queria nesse pacífico fim de semana era uma esposa mal humorada ou, pior ainda, uma machucada.

O sol estava bem acima de nós e estava muito quente enquanto nos aproximávamos da porta da casa velha, enquanto os avós dela estavam na cidade. Eu hesitei na soleira da porta, olhando por cima do ombro, para ter certeza de que não ouviríamos nenhum sermão no jantar por termos entrado naquela casa, mas Larissa entrou direto, sem se preocupar com nada.
Eu a segui, tropeçando em uma sela de cavalo que estava abandonada na frente da porta do lado de dentro da casa. A sala principal da casa estava cheia de velhas caixas de papelão, e uma grande mesa com um monte de selas velhas em cima.

Para a direita, tinha uma entrada que dava para uma sala bem menor (um quarto, eu suponho).
A entrada para esse quarto estava bloqueada por mais caixas.
Mais para frente, à esquerda, tinha uma passagem menor ainda, com um lance de escadas indo, presumidamente, para o forro da casa.
O interior estava bem iluminado por algumas janelas que em algum momento do passado (e por motivos que eu desconheço) foram pintadas, mas agora estavam quase que todas descascadas.
A primeira coisa que eu notei foi como os ocupantes anteriores tamparam os buracos nas paredes com o que parecia ser jornal velho. Vendo mais de perto eu vi estar certo, e as datas nos jornais iam até 1930.

Larissa tendo notado os pedaços de jornal velho amassados nos buracos da parede, estava tentando desamassar um pedaço grande, que estava falando sobre a Revolução Paulista de 1932!
Ela me chamou e nós ficamos maravilhados vendo aquele pedaço de história.
Eu estava sem palavras, vendo o uso de algo assim para tapar buracos, quando ouvimos o barulho acima de nós. Lembrando agora eu gostaria de estar com uma câmera de vídeo naquele momento, para gravar a minha reação.
Eu dei um pulo que parecia que o meu esqueleto ia sair de dentro de mim e sair correndo e abrir um buraco na porta com o meu formato, feito em desenho animado, apesar de eu querer ficar calmo.
Mas os meus pés deram somente um passo para trás, antes de voltarem a me obedecer e ficarem parados ali.

Nós estávamos olhando para cima agora, para a madeira escurecida pelo tempo no teto, eu comecei a murmurar "Você ouviu isso?", quando Larissa me interrompeu com um "shhhh!", e um aceno de mão.
Um silêncio absoluto imperou naquele lugar por uns trinta segundos, até que eu falei de novo num sussurro.
"Pode ser os morcegos de que o seu avô falou, vamos embora". Mas ela não se mexia.
Eu já ia começar a reclamar de ter uma caça fantasma como esposa quando ouvi de novo, dessa vez, mais claro, não acima de nós, mas em direção ao fundo da casa.
Morcegos voam, eu pensei comigo mesmo, eles não andam.
Imediatamente nossas cabeças viraram para a passagem na esquerda, a passagem que tinha a velha escada que levava para o forro.
Eu perguntei para ela se ela achava que podia ser um gato, ou se podiam ser os morcegos finalmente caindo de onde estavam dormindo, por causa da temperatura de quase 40 graus.
Mas o seu silêncio só serviu para me deixar mais apreensivo.
Foi quando veio a terceira batida, chegando a soltar poeira do teto, seguido de um barulho mais baixo, do que parecia ser algo sendo arrastado pelo chão do forro.

Isso foi a gota d'água para mim. Eu segurei firmemente o braço de larissa e falei "Vamos".
Mas eu conheço a minha esposa, e eu já sabia que só isso não iria adiantar.
Ela sussurrou com os seus olhos ainda fixados nos três primeiros degraus da escada que subia para o forro
"Parece que tem alguém lá em cima". Eu não sei quanto às outras pessoas, mas eu não levo numa boa afirmações desse tipo, nessas circunstâncias.
Tudo que tenha qualquer semelhança com as famosas frases dos festivais de terror, "Eles estão vindo para te pegar" ou (eu espero nunca ouvir essa) "Eles estão aqui", me fazem sair correndo feito um condenado.
Mas eu acho que preferiria ter ouvido algo assim ao o que eu estava para ouvir, algo que a minha mente racional ainda tem problemas para lidar, algo que eu não irei esquecer pelos próximos 100 anos.
A voz era suave, macia e baixa, abafada pelas tábuas do teto que nos separava do forro: “Daniel, é você?”.

Num momento nós estávamos na casa abafada e meio escura, no próximo estávamos na forte luz do sol com a brisa nos nossos rostos, enquanto corríamos pela grama de volta para a outra casa.
Foi rápido assim, o que quer que tenha sobrado de corajoso em mim naquele momento, tinha decidido me abandonar depois de ter ouvido aquela voz. Larissa também tinha chegado no seu nível de tolerância.
Um fato importante, é que o meu nome NÃO é Daniel, o avô dela NÃO se chama Daniel, e nenhum de nós conhece alguém chamado Daniel; mesmo sendo um nome bem comum.}
Uma coisa estranha, é que você acha que depois que esta fora de perigo, se é que estávamos em perigo, assim que a adrenalina abaixa e a segurança do mundo real a nossa volta se abate sobre nós, a primeira coisa que você faria seria sentar em algum canto e falar sobre o que acabou de acontecer, ou o que você acha que acabou de acontecer, mas não.
Nós não falamos nada, nem uma palavra, como se nada tivesse acontecido o dia inteiro.
Só de noite, na cama, sem poder dormir é que falamos sobre o assunto de novo.

Ela falou sobre o assunto como se estivesse caminhando em ovos, achando que eu falaria para ela esquecer e não falar mais sobre isso, mas eu acho que depois de ter saído da situação eu consegui lidar com ela mais facilidade.
Eu falei para a Larissa o que eu achei ter ouvido e depois arranjei um monte de explicações plausíveis para o que podia ter sido - indo desde as nossas obturações terem captado uma estação de rádio próxima, até uma antiga vitrola que podia estar guardada e depois de cinqüenta anos ter caído e ligado, tocando uma música que nós confundimos com uma voz fantasmagórica vinda do além.
Era muito mais fácil acreditar nisso do que achar que podia ser um fantasma, mas a explicação a que Larissa chegou ali, enquanto estávamos deitados na cama, foi mais assustadora do que qualquer outra.
"Talvez tem alguém morando lá e o meu avô não sabe" ela falou com um olhar preocupado.

A idéia me deu arrepios na espinha, com imagens de fugitivos de algum hospício ou prisão, se arrastando na propriedade de alguém na calada da noite.
Isso me assustou a ponto de eu levantar da cama, ir para a janela e olhar a velha casa sob a luz da lua, realmente pensando em ir lá com um pedaço de madeira ou chamar a polícia para dar uma olhada.
Mas nós poderíamos estar enganados com o que ouvimos, poderia haver alguma outra explicação, e a última coisa que eu queria (além de admitir para o avô dela que não obedecemos às ordens dele) era chamar a polícia para investigar algo que a imaginação fértil de um jovem casal tinha criado.

Então, nós decidimos que ao amanhecer, nós iríamos investigar a casa de novo.
Desta vez quando nos aproximamos da casa - sem ter falado das nossas preocupações para os avós dela, podendo causar preocupação desnecessária - eu estava armado com uma pá que eu achei no chão e Larissa, não totalmente convencida de que os sons tenham vindo de alguma fonte terrena, estava com uma lanterna e um mini-gravador que ela raramente saia de casa sem ele.

A nossa segunda entrada foi bem mais ordenada do que antes, e a idéia de que alguém poderia tomar residência naquele lugar foi rapidamente por água abaixo depois de uma segunda olhada no estado da velha casa, e vendo que qualquer um que tentasse subir pelo lance de escada para o forro provavelmente quebraria a madeira podre e cairia no chão, quebrando uma perna ou até pior.
Nós ficamos quietos ouvindo em silêncio pelo que parecia ser uma eternidade.
Depois de alguns minutos lá parados não ouvimos nada. Somente o estalo ocasional da antiga madeira se expandindo no sol.
Nós decidimos que já tínhamos ido longe demais para simplesmente ir embora sem dar uma boa olhada lá em cima, então começamos a pensar em um jeito de subir.

Eu tinha visto um pedaço de madeira razoavelmente novo de quase dois metros de comprimento com uns quarenta centímetros de largura e uns dez centímetros de grossura, jogado no quintal enquanto íamos para a casa, então tive a idéia de ir pegá-lo e colocá-lo deitado na escada, para podermos usar ele como apoio.
A primeira tentativa de Larissa de subir fez com que a velha estrutura gemesse, o que me fez pedir para ela me deixar reforçar a rampa com alguns tijolos que eu tinha visto lá fora também (nós estávamos fazendo isso tudo o mais silenciosamente possível, pois sabíamos que se fossemos pegos pelos avós dela xeretando na casa como crianças, iríamos ganhar um baita de um sermão).

Finalmente, depois de cerca de meia hora, nós tínhamos construído a nossa rampa, e depois de mais cinco minutos discutindo quem deveria subir primeiro, eu estava ajoelhado na madeira subindo aos poucos com a pá na minha mão pronta para qualquer coisa.
Larissa insistiu que devia ser a primeira, mas ficou quieta depois que eu falei que se tivesse algum louco morando no forro, a pessoa armada para se defender deveria ir primeiro para verificar.
Ela finalmente consentiu - resmungando, pois eu casei com uma mulher com a coragem de dois homens - e eu comecei a subir.
Há essa hora o sol já estava bem forte e estava entrando pelos pequenos buracos do telhado, o que iluminava o suficiente o forro para eu poder ver tudo à minha frente.
Enquanto eu avaliava se o chão velho de madeira sustentaria o meu peso eu olhava em volta examinando a área.
Foi estranho como o medo que se abateu sobre mim no dia anterior tinha ido totalmente embora, dando lugar a algo mais forte, vindo provavelmente do instinto de lutar ao invés de fugir, ou o instinto de proteger a minha fêmea do que quer que estivesse ali.

Pensando agora naquilo, eu realmente não sei o que estava esperando ver ali no forro, mas o que quer que fosse, de carne e ossos ou outra coisa, não estava mais lá, não havia nada, somente os restos de algumas coisas gastas pelo tempo, o que levava a pensar que aquilo foi o depósito dos antigos moradores.
Uma cabeceira de uma cama, um colchão velho e mofado encostado em uma parede, alguns engradados de madeira vazios, e uma velha cadeira de balanço caindo aos pedaços largada no outro canto do forro, virada para a parede.

Eu fiquei lá olhando para a cadeira até que a voz de Larissa, vindo de trás de mim, me acordou daquele transe.
"Pode esquecer a sua teoria da vitrola". Eu virei e vi que enquanto eu analisava o ambiente, ela tinha subido.
Ela estava com a lanterna acesa e verificando cada centímetro do forro diante de nós.
Não achamos nada. "E esquece a nossa teoria de algum estranho morando por aqui" eu falei, notando a crosta de poeira com quase dois centímetros de altura que cobria toda a área visível.
Se alguém já esteve naquele forro, faz muito tempo que já foi embora.
Eu não sei quanto tempo ficamos lá parados olhando em volta, mas foi o suficiente para me decidir de que ali nunca teve nenhum fugitivo de nenhum lugar procurando abrigo, ou nem mesmo morcegos.

Enquanto virávamos para ir embora, Larissa parou e tirou uma fita cassete em branco do bolso e colocou no gravador. Eu falei "Pode esquecer, nós estamos indo embora agora".
Mas ela falou que ia deixar o gravador ali gravando.
Ela colocou no chão do forro, bem do lado da entrada. "Só para matar a minha curiosidade" ela falou. Então saímos.
Nós nem chegamos a falar nada do que fizemos durante o dia, ou o dia anterior, para os avós de Larissa durante o jantar daquela noite.
Nós já tínhamos nos arrumados para voltar para o trabalho na manhã seguinte, e estávamos a fim de desfrutar o resto da estadia, então resolvemos não incomodar os avós de Larissa perguntando sobre os outros moradores, história da propriedade, ou a possibilidade de haver espíritos que ficam vagando por ai depois da morte.
De acordo com Larissa, assuntos como esses não agradavam muito o avô dela, que, segundo ela, pensava mais racionalmente do que eu.

Nós vimos que para pegar o gravador que Larissa tinha deixado para trás, não só teríamos de usar a nossa rampa precária de novo, mas como teríamos de fazer isso bem cedo de manhã para os avós dela não nos pegarem lá dentro da casa. Nós decidimos que desmontaríamos a rampa para não deixar provas da nossa excursão ao interior da casa, então resolvemos que iríamos acordar lá pelas cinco horas da manhã e sair escondidos para a velha casa mais uma última vez.

De manhã bem cedo, quando nós entramos lá de novo no total escuro, só enxergando o que a lanterna da Larissa conseguisse iluminar, tudo estava como deixamos. Nenhuma evidência de atividade paranormal, nenhuma caixa jogada violentamente pelos cantos, nenhuma pegada na poeira a não ser as nossas.
Eu cuidadosamente, mas rapidamente, engatinhei rampa acima, estiquei a minha mão pelo alçapão do forro totalmente escuro e achei o gravador exatamente onde Larissa o tinha deixado no dia anterior.
Silenciosamente, nós tiramos os tijolos e os colocamos arrumados na parede perto da porta de entrada, depois tiramos a tábua e a colocamos encostada na parede.

Eu estava batendo na calça para tirar o pó quando aconteceu de novo.
O mesmo barulho que tínhamos ouvido dois dias antes. A minha primeira impressão era que Larissa já tinha ouvido alguma coisa lá em cima, pois quando eu olhei para ela, ela já estava com o olhar fixo na entrada do forro, bem acima de nós.
Eu olhei na mesma direção que ela, mas não dava para ver nada na escuridão total alem da entrada do forro.
Dessa vez foi Larissa que falou primeiro, e ela me perguntou se eu tinha ouvido aquilo também, mas ela ficou quieta após uma segunda batida, dessa vez mais forte que a primeira, quase que de uma forma violenta, tanto que derrubou um punhado grande de pó do teto.
O horrível som abafado de algo sendo arrastado, que me arrepiou os pêlos do corpo todo, veio logo em seguida, e a imagem que me veio à cabeça era a de alguém, ou alguma coisa, se arrastando pelo chão lá em cima, quase sobre as nossas cabeças, se aproximando da entrada do forro.
Dessa vez não houve resistência nenhuma em sair correndo daquele lugar de uma vez por todas.
Quase que imediatamente nós disparamos, tropeçando na escuridão, e em menos de cinco segundos passamos pela porta de entrada e estávamos no fresco ar matinal.
Mas no fundo da nossa memória, instantes viram uma eternidade e impressões podem virar uma forte lembrança que pode durar a vida toda, pois enquanto passávamos pela porta da velha casa pela última vez, nós ouvimos a voz de novo, dessa vez mais perto, vinda do topo da escada onde estávamos a apenas alguns segundos, dessa vez mais clara, áspera, mais sombria, nos chamando. E as exatas palavras dessa vez foram "Daniel... Eu vi você!”.

No tempo que levou para correr a metade da distancia entre a velha casa e a casa dos avós de Larissa, uns 50 metros, eu consegui me controlar e diminui o meu passo para um andar rápido, às vezes olhando sobre o meu ombro para a casa, para me assegurar de que tudo estava bem, de que tudo estava calmo, e não havia nada nos seguindo.
Larissa tinha parado a uns quinze metros da porta da cozinha, e estava examinando o gravador mais de perto. "Estava desligado!" ela falou, "Parou na metade da fita, como se alguém tivesse desligado ele de propósito!". Eu tentei convencê-la de que talvez as pilhas tinham acabado, mas ela simplesmente apertou o botão de rebobinar e o gravador voltou à vida.
Demorou apenas alguns segundos para a fita voltar toda, e quando ela estava para apertar PLAY, a porta da cozinha abriu e a avó dela estava de pé ali, de roupão.
"O que vocês dois estão fazendo acordados tão cedo?", ela perguntou.
"Só estávamos nos despedindo dos cavalos", Larissa respondeu calmamente, e logo estávamos dentro da casa de novo, tomando o café da manhã.

Logo que acabamos o café da manhã, colocamos as nossas malas no carro, nos despedimos e pegamos a estrada, o tempo inteiro observando a velha casa. Quando pegamos a estrada principal Larissa tirou o pequeno gravador do bolso e tocou a fita.
Eu achava que não ia ter nada nela, mas assim que nós andamos por cerca de uns três quilômetros, eu parei o carro no acostamento e desliguei o motor, para poder ouvir melhor a gravação.
O primeiro som que tinha na fita eram as próprias palavras de Larissa ("Só para matar a minha curiosidade"), então o som da madeira estalando e o som dos nossos passos enquanto saíamos da casa.
Cinco minutos com a fita rodando e nada. Apenas silêncio, eventualmente interrompido pelo som da casa expandindo e contraindo sob sol. Mais cinco ou seis minutos, e o som de um caminhão passando pela estrada perto da casa, então mais silêncio. Quando a fita estava para chegar no ponto onde o gravador tinha sido desligado, eu ouvi algo.

A primeira impressão que eu tive foi a de que parecia alguém respirando devagar e pesado.
Eu estava abrindo a minha boca para falar para Larissa parar a fita, voltar e tocar de novo que eu tinha ouvido algo, quando percebi que o som estava ficando mais alto. Pela cara que a Larissa estava fazendo, deu para notar que eu não estava ouvindo coisas. Ela também estava ouvindo. O que veio depois fez a minha espinha gelar.
A respiração estava ficando mais alta, e apesar de não dar para ouvir o som de nada se movendo, deu a impressão de que algo estava chegando perto do microfone.
Eu fiquei completamente assustado com o fato de que aquele mesmo gravador que Larissa segurava com as suas mãos tremula agora estava tão próximo, ou poderia ter até sido tocado, pelo que quer que fosse que estava fazendo aquele barulho.

A respiração sumiu de repente e se seguiram 10 segundos de silêncio (não apareceu nem o som da madeira estalando e nem de nenhum carro na distância). Então o canto começou.
Era claramente a voz de uma mulher velha, provavelmente com uns 80 anos ou mais.
Apesar de eu não conseguir entender as palavras, dava para perceber que era uma canção.
Uma canção de ninar, talvez. Até hoje eu não sei, apesar de ter ouvido a fita uma centena de vezes desde então e ter amplificado o som de varias maneiras.
É uma melodia que nem eu e nem Larissa conhecemos, nem ninguém que tenha ouvido a gravação, mas por causa da sua natureza duvidosa, se tornou um tópico interessante para uma conversa entre amigos que gostam do assunto.

Mas não é aquela respiração horrível, ou a canção que aos poucos ia aumentando, sendo entoada por vozes misteriosas, que até hoje, anos depois da experiência, anos depois da velha casa ter finalmente sido demolida, anos depois dos avós da Larissa terem vendido a propriedade e mudado, me assombram no escuro quando estou na cama prestes a dormir.
São os últimos segundos da gravação que sempre serão lembrados por mim, onde quer que eu vá.
E para mim vão sempre servir de prova que por mais que a gente tente explicar e racionalizar o contrário, sempre haverá coisas nessa vida que estão além da fronteira da explicação racional.

A voz que estava cantando parou de repente, como se tivesse se tocado de algo, e foi substituída por uma gargalhada seca, distorcida, uma coisa insana, enquanto um dedo invisível raspava pelo microfone e alcançava o botão apertando STOP.


Horácio - Juiz de Fora - MG - BRASIL 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Frases de Auto-Ajuda #21

Não gosto de chamar de problemas, gosto de chamar de desafios. Problemas nos enfraquecem, desafios nos fazem querer ir cada vez mais longe, embora os desafios sejam longos. Ninguém veio ao mundo somente para sofrer. Tenho fé, existe um tempo bom preparado pra mim. - Renato

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Se o silêncio não for a melhor resposta, cuidado com o que critica, nem sempre as palavras são confiáveis. - André Lima Vieira De Almeida

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Encontrar alguém sem nenhum tipo de neurose é mais difícil do que encontrar alguém que nunca tenha mentido.

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Não deixe que os seus medos tomem o lugar de seus sonhos.

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Nunca vi um fraco determinado. A força vem da determinação. - Lucas Medeiros

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Fazer o que é certo, lembrando do mais necessário, e fazer o que for necessário sem esquecer do que é certo. - Neoqjav

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Cuide que seu tesouro não fique maior que você. - Rubens Bernardes Nunes
 
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A solução do ontem pode não ter utilidade para a solução do hoje. Portanto, ouça mais e atentamente os jovens que estão ao seu lado. - Amadeu Andrade Costa Jr
 
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Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade. - Emilly
 
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De tudo que fazemos sempre há uma consequência, quer seja boa ou má. 
 
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